Atualmente a Coreia do Norte se tornou o grande centro das atenções de todo o mundo. Isso porque o ditador coreano Kim Jong Um, ignorou qualquer acordo que pudesse ser tratado.

O mundo vem acompanhando seus testes nucleares, que são feitos para demonstração de poder, o que acaba aumentando a tensão entre Coreia do Norte e EUA e, no meio de toda a confusão, existe uma família de brasileiros que vive no país. É a família do diplomata brasileiro Cleiton Schenkel, de 46 anos, com ele também, a mulher, que é servidora pública, e seu filho.

Eles estão no país há pouco mais de um ano, residindo na capital, Pyongyang.

Como as restrições no país são bastante controladas, a rotina da família limita-se apenas a passeios nas proximidades do bairro diplomático, compras num aglomerado de comércios estrangeiros e acessar jogos de futebol na internet, que por sua vez também é monitorada. As funções básicas que o diplomata assume, é a atualização constante sobre governo norte coreano, para seus colegas em Brasília.

Agora com tanta diferença de culturas, o quê realmente fazem os norte coreanos?

Ou melhor, o quê não fazem.

Disciplina

Devido o regime militar atuante no país, a disciplina da população ganhou força, lembrando os povos chineses. Existe sempre uma fila muito bem organizada para tudo.

Vale citar que a capital Pyongyang, abriga só a elite do país, por assim dizer, aqueles que são a favor do governo principalmente. Lá, por lei, ninguém pode ter carro, os integrantes mais poderosos do partido andam com táxis, sempre novos e limpos.

Básico

Saúde, Educação, Energia Elétrica e Gás são gratuitos no país. No momento os que possuem melhor condição financeira, estão começando uma novidade. A criação de animais domésticos, que até pouco tempo era extinto em todo o país.

Nada de fotos

Para consumir produtos estrangeiros é necessário um pouco mais de dinheiro que o normal, podendo assim comprar um celular que tira fotos, novidade no país.

O uso dos aparelhos é limitado, não podendo fazer ligações para estrangeiros, nem tirar fotos tipo selfie. O uso limita-se a leitura do jornal local, a trocas de arquivos MP3 entre as pessoas e o envio de mensagem SMS.

O que é inevitável deixar de observar, é o quanto eles não sabem sobre o mundo fora das fronteiras. Eles falam de seus produtos, prédios, atrações e sempre enfatizam com a palavra "moderno" ao final, muitas vezes sem a noção que fora do país já existe tudo aquilo e muito mais, há muito tempo.

Siga a página Vagas
Seguir
Não perca a nossa página no Facebook!