Uma das doenças que mais preocupa as mulheres, no mundo, é o câncer de mama. Na década de 1990, um forte movimento se iniciou nos Estados Unidos, simbolizado por um laço rosa, para divulgação e aumento da conscientização de todos contra o câncer. O Congresso americano abraçou a causa e tornou o mês de outubro como sendo oficialmente o período de conscientização e mobilização das mulheres para que o diagnóstico ocorra de forma precoce, aumentando, assim, a possibilidade de cura.

O mais habitual é que a doença seja descoberta em mulheres com idade superior a 50 anos, com histórico na família ou algo pessoal, como gravidez acima de 30 anos, excesso de consumo alcoólico, obesidade, entre outras causas. Nos homens, o Câncer de mama é raro, afetando em torno de 1% da população apenas.

No entanto, em 2015 um caso surpreendeu os médicos e trouxe grande comoção para uma família americana.

Annette Turner e Troy Turner descobriram que sua filha, Chrissy Turner, possuía um câncer de mama raro, chamado conhecido como carcinoma secretor de mama. Na época, a criança estava com 8 anos apenas.

Em uma noite, a pequena Chrissy comentou com seus pais que sempre sentia dor ao tocar próximo do seu peito direito, o que ela carinhosamente chamava de “peixinho”. Achando estranho o relato da filha e já preocupados devido ao histórico familiar, os pais a levaram para fazer exames e a doença foi detectada.

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Veja o vídeo:

A mãe já havia tido câncer de colo do útero, e o pai também havia sofrido com a doença, tendo sido diagnosticado com linfoma não-Hodgkin. Ambos conseguiram vencer a doença.

Apesar do abatimento da família, voltaram seus esforços em ajudar a filha a vencer o câncer de mama. Após dois anos, a pequena Chrissy realizou a cirurgia para retirada da mama direita. Após exames, foi apontado que a criança estava curada.

Hoje, continuam o acompanhamento e já fazem planos para a reconstrução da mama. Os médicos estão orientando e preparando a família para esta nova etapa.

Durante entrevistas, Chrissy fez questão de declarar: “Esta experiência me ensinou a continuar avançando e nunca desistir. Através do meu câncer, eu aprendi o quão importante é a família e que devemos aproveitar cada segundo desta vida.” Sua mãe, Arnnete, também ressalta: "gostaríamos que as pessoas soubessem que ela é feliz e ainda gosta de trazer beleza às coisas simples da vida".

A garota se tornou notícia em todo o mundo e muitas pessoas, comovidas com a lição de vida, enviam pequenos mimos e presentes para Chrissy e sua irmã Brianna, de 17 anos.

Em um mês de mobilização mundial, as boas notícias e mensagens transmitidas pela família americana acalentam muitas mulheres que sofrem com este mal e deixam em alerta muitos pais, que provavelmente imaginavam que a doença não acometia crianças.

Um brinde à vida.

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