A humanidade encara um dos maiores problemas nos dias de hoje, que é a obesidade. Tanto a adulta quanto a infantil prejudica grande parte da população de todas as classes sociais. Uma série de doenças está relacionada a isso, como a elevação da pressão arterial, o diabetes e problemas cardíacos.

A China sempre foi um país de pessoas magras, mas atualmente passa por uma luta contra a balança, assim como seus países vizinhos. O sobrepeso agora é uma realidade.

Pensando na qualidade de vida dos seus alunos, a Universidade de Agricultura de Nanjing, na cidade de Jiangsu, a mil quilômetros de Pequim, adotou um novo regulamento que obrigam a todos os seus alunos a se esforçarem para emagrecer colocando em jogo os seus diplomas de graduação.

O projeto criado por Zhou Quanfu chega a valer 60% da nota do estudante, dependendo do peso perdido por ele em um período pré-determinado pelos profissionais responsáveis por implementá-lo. Ou seja, se quiser garantir boas notas tem que suar a camisa literalmente, pois somente 40% das notas vem de conteúdo lecionados em sala. A ideia é incentivar os alunos a perderem pelo menos 7% do peso até o final de cada semestre.

Mas nem todos estão pré-qualificados para participar desse esquema curricular. Apenas aqueles cuja porcentagem de gordura esteja superior a 30% e/ou um IMC acima de 28 podem fazer pare do projeto. Esse índice de massa corporal (IMC) é calculado dividindo o peso pela altura ao quadrado.

Os universitários normalmente praticam uma aula de educação física por semana, mas essa quantidade é triplicada para quem adere à proposta de emagrecimento.

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Os treinos envolvem corridas, escaladas, musculação e abdominais. A alimentação também precisa ser mais controlada, já que o exercício físico por si só não resolve muita coisa.

Esse projeto foi criado para acabar de certa forma com o sedentarismo que a rotina atual gera e manter a população mais saudável ativa e disposta a passar para as próximas gerações os benefícios de uma vida saudável regrada e, claro, com os estudos em dia.

Os países com mais baixos índices de obesidade da America Latina

  1. Haiti: 6,7%
  2. Honduras: 12,3%
  3. Bolívia: 12,4%
  4. Nicarágua: 12,6%
  5. Guatemala: 13,4%

Os mais altos índices de obesidade latino-americanos

  1. Argentina [VIDEO]: 26,7%
  2. Chile: 24,8%
  3. México: 23,7%
  4. Uruguai: 23,5%
  5. Venezuela: 21,9%

A China e a Índia tiveram o maior número de crianças obesas - 15,3 e 14,4 milhões, respectivamente.