Recentemente, o mundo sofreu um profundo choque após o assassinato de uma jovem criança. Seu nome era Gabriel Fernandez, um menino de 8 anos, morto por um homem identificado com Isauro Aguirre, de 37 anos. O garotinho foi assassinado por ele ser gay [VIDEO]. O juiz distrital Jonathan Hatami descreveu em seu argumento final que o assassino "abençoou e intimidou" o jovem. Ele admitiu que ele próprio não poderia descrever o ato de Aguirre de assassinato intencional de uma criança. Para ele, o que o assassino fez foi semelhante ao de um prisioneiro de guerra.

Hatami disse ao júri: "Acredite, porque aconteceu. Isso foi assassinato intencional por tortura.

Não volte na sala do jurado e peça desculpas para o réu. Isso não teve nada a ver com drogas. Isso não teve nada a ver com questões de saúde mental". O advogado insistiu ainda que antes da morte de Gabriel, o acusado deixou a vítima sem comer e o torturou. Ele "golpeou, chutou, abusou e espancou" o menino. Além de depreciar e cometer bullying contra Gabriel, o suspeito ainda teria chamado a vítima de "gay" várias vezes. Segundo o advogado da família, a vítima teve seus dentes arrancados e ficou amarrado por várias noites. [VIDEO]

O advogado de Aguirre, por outro lado, argumentou que seu cliente assassinou o menino, mas cometeu o crime por estar com raiva. Ele sugeriu que tudo era contrário às deliberações e premeditação necessárias para um veredicto de primeiro assassinato. Hatami não aceitou e disse: "Gabriel era um menino mais gentil, um menino mais doce do que seu irmão e o acusado o odiava por causa disso.

Ele acreditava que Gabriel era gay. Esta situação estressante de raiva é uma mentira, porque não é apoiada pela evidência". O juiz acrescentou que o réu realmente gostava de torturar Gabriel e que o assassino é um torturador.

O advogado de Gabriel, em um ponto, trouxe e mostrou uma foto do corpo do menino em uma mesa de autópsia. Ele podia ser visto com vários hematomas pelo corpo. Hatami pediu ao jurado para imaginar Aguirre dormindo em uma cama confortável noite após noite, enquanto Gabriel estava todo amarrado e amordaçado com uma meia na boca. Também foi dito que Gabriel foi amarrado e amordaçado com uma meia na boca [VIDEO], um cadarço amarrando as mãos e uma bandana sobre o rosto dele.

Hatami afirmou que o ato de Aguirre era tão violento que conseguiu fazer com que um dente da vítima ficasse preso na parede do apartamento. Hatami disse: “Para forçar uma criança a comer lixo e fezes de gato, mais de uma vez, como alguém faz isso?”. Os promotores querem pena de morte para Aguirre, bem como sua namorada, que também abusou de Gabriel. O nome dela é Pearl Sinthia Fernández, de 34 anos, que é mãe da vítima. No entanto, ela será julgada separadamente. O julgamento do acusado continua.