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Por vezes, nos deparamos com algumas notícias que chegam a ser difíceis de acreditar [VIDEO], dada a inépcia das pessoas que as protagonizaram – como, por exemplo, quando um indivíduo decide fazer algo perigoso só para se exibir e acaba tirando a própria vida.

Segundo informações disponibilizadas pelos sites Independent, Mail Online e The Sun, algumas agências de notícias da Rússia [VIDEO] revelaram que foi exatamente isso o que fez Alexander Chechik (apelidado por seus conhecidos como "Sasha"), um homem de 26 anos de idade que vivia no país governado por Vladimir Putin. O russo morreu acidentalmente dentro de um automóvel depois de posar para uma selfie segurando uma granada de mão, cujo pino de segurança (que impede a explosão do dispositivo) ele mesmo havia removido.

Momentos antes de se matar acidentalmente, Chechik – que residia na cidade de Labinsk, situada na província de Krasnodar – trocou mensagens de texto com um de seus amigos, que lhe perguntou onde ele se encontrava naquele momento, e se estava "tudo OK". Ironicamente, o homem escreveu: "Depende do que você quer dizer com OK", e enviou uma foto dele mesmo segurando a granada já sem a proteção que evita a detonação.

Preocupado com a imagem que recebeu, o colega de Chechik lhe advertiu para que "não fizesse coisas estúpidas", e perguntou novamente onde ele estava – entretanto, já não obteve mais qualquer resposta.

Investigações sobre o caso

O serviço de notícias russo East2West News afirmou que as autoridades daquela nação europeia iniciaram uma investigação sobre o incidente, que está sendo classificado como um acidente ao invés de suicídio, uma vez que a vítima mandou algumas fotos com a granada para várias pessoas – o que evidenciaria a hipótese de que o indivíduo estava tentando apenas "se mostrar".

Além disso, a polícia acredita que Chechik pensou erroneamente que a granada não explodiria desde que ele não a jogasse, e suspeita-se que o homem tenha até tentado inserir o pino de segurança novamente, e, obviamente, acabou não conseguindo.

De acordo com o site russo Interfax, uma fonte das autoridades locais que não teve sua identidade revelada afirmou que a detonação foi tão forte que literalmente partiu o corpo de Chechik em dois.

A polícia realizou a abertura de um inquérito para averiguar um possível caso de tráfico ilegal de armas e munições, já que o artefato que estava em posse da vítima é usado exclusivamente pelas forças armadas.