A última imagem da russa Anastasia Ovsiannikova, 28 anos, uma bela loira de olhos claros, é assustadora [VIDEO]. Coberta de hematomas da cabeça aos pés, ela foi registrada pelo marido Maxim Gribanov, 34, antes de morrer devido aos violentos chutes e socos desferidos por ele.

Não satisfeito em agredi-la ferozmente, Gribanov, que morava com Anastasia em Lebedyan, cidade na região oeste da Rússia, a filmou em estado deplorável e enviou o vídeo para os amigos.

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Ele queria mostrar que tinha o ‘controle da situação’.

Conforme informações do jornal britânico Daily Mail, edição de terça-feira (19), o assassino acaba de ser sentenciado a 15 anos de prisão pela morte da mulher.A violência teve início depois dela avisar que iria deixá-lo.

Confira abaixo o lamentável estado da russa, após horas de agressões ininterruptas. A data exata do acontecimento permanece desconhecida.

Depois de passar dolorosas horas no sofá com ferimentos em todo o corpo, o homem acionou os serviços de emergência. Com hemorragias internas e ossos quebrados, ela entrou em coma no hospital. Seis dias depois ela morreu.

Segundo depoimento dos familiares da vítima, essa não foi a primeira vez que o marido espancou Anastasia. Durantes vários anos ela foi brutalizada pelo companheiro, que jurou amá-la e respeitá-la.

Cansada das agressões, parentes contaram que a russa desejava a separação, pois havia conhecido outra pessoa.

Porém, por temer a reação de Gribanov, não tinha coragem de anunciar suas pretensões. Todavia, quando decidiu pedir o divórcio, acabou morta.

Obrigada a abandonar o emprego

Com medo que a esposa se interessasse por alguém, Maxim Gribanov obrigou Anastasia Ovsiannikova a abandonar o trabalho na prefeitura de Lebedyan. Além disso, ele também ameaçou o pai e o irmão da russa, caso eles resolvessem relatar os abusos às autoridades.

De acordo com declarações da policial Yulia Kuznetzova à imprensa local, enquanto ela estava viva no hospital, Gribanov tinha sido preso sob acusação de agressão com danos graves.

Contudo, quando a jovem morreu, a sentença aumentou. “Mas depois que ela morreu as acusações foram alteradas. O suspeito alegou parcialmente culpado. Ele disse que tinha seus motivos”, destaca Yulia.

Um amigo da família, que não teve o nome divulgado, confidenciou que Anastasia tinha esperança de se livrar do marido agressor. “Mas esse homem destruiu sua vida. Ele deveria ser tratado da mesma forma que ele a tratava”, comenta.

Embora tenha acontecido na Rússia, possivelmente há diversas mulheres brasileiras vítimas do mesmo tipo de tratamento. Se você faz parte desta realidade, procure a polícia e denuncie, antes que seja tarde.