Um menino acabou sendo vítima de um terrível crime, que ganhou um novo capítulo recentemente. [VIDEO] Aos 11 anos, Mario Agustin Salto, decidiu sair de casa para viver o que era um momento normal para qualquer criança. Ele tinha deixado a sua residência para fazer uma coisa normal. O menino tinha saído com o objetivo de realizar uma simples pesca. A data era 31 de maio do ano passado. Infelizmente, o garoto nunca mais voltou para casa. A investigação para saber onde ele estava começou e o que foi descoberto dali para frente foi chocante. O menino havia sofrido um estupro coletivo e, em seguida, cortado em pedaços, durante um ritual de magia negra. [VIDEO]

O caso Mario Agustin: o menino morto em um ritual ao diabo

A triste situação chocou o pequeno município de Quimili, localizado na Argentina.

A cidade com clima rural tem só 11 mil moradores. Na época em que o corpo do garoto foi encontrado, os habitantes da localidade chegaram até a fazerem protestos pelas ruas da região. Isso fez com que o assunto ganhasse muito espaço em toda a mídia. Logo, o que era um problema local virou a nível nacional e até mundial. Os pais do menino estuprado e esquartejado em ritual satânico [VIDEO]. A repercussão do caso fez com que a polícia Argentina desse duro par achar quem eram os responsáveis pelo crime.

Mario Agustin morreu após estupro em celebração ao demônio

Investigadores descobriram que faltando poucos dias para a morte do menino, ele já estava sendo procurado por membros de uma organização satânica. Três homens foram presos acusados pelo estupro e assassinato de Mario Agustin. São eles Ramon Salvatierra, David Tomas Sosa e Rodolfo Sequeira.

Os melhores vídeos do dia

No entanto, a polícia deixou claro que eles não foram os únicos a participar da triste situação. Isso porque muitos indivíduos seriam da seita demoníaca e também seriam responsáveis pelo crime.

Diretora de escola também teria participado de esquartejamento de menino

A investigação do caso que chocou a Argentina ainda chegou à diretora de uma escola local, Armina Lucrecia. Ela, o marido, o filho e Pablo, que também é da família da diretora, seriam participantes de uma grande seita de magia negra. A família aproveitou que o menino estava distraído para dar o bote. Somente dois dias depois, quando cachorros que vagavam pela área puxaram as pernas do menino, seu paradeiro foi descoberto. A população ficou revoltada e o caso voltou a repercutir devido ao fim da investigação, que nomeou os culpados.