Uma mulher, que estava escondendo um recente aborto espontâneo de sua família, foi presa após assassinar uma mulher e sequestrar a filha da vítima, divulgou a Polícia de Houston, nos Estados Unidos, nessa quinta-feira (21). A suspeita de ter cometido o crime foi identificada como Erika Jisela Miranda-Alvarez, de 28 anos. Para a polícia, ela é a principal suspeita de assassinar Carolina Flores, de 33 anos.

De acordo com a polícia, a acusada escondeu o aborto dos familiares e afirmou que acabava de voltar do hospital após o parto.

"A mulher devia ter um bebê em janeiro e ela perdeu o bebê", divulgou a polícia. O corpo de Carolina foi encontrado por volta do meio-dia de terça-feira (19). A polícia inicialmente disse acreditar que o bebê estava com o pai, mas ele foi encontrado no final da terça-feira, em San Antonio, sem o bebê.

As investigações levaram a polícia a um complexo de apartamentos do Sudoeste de Houston no início da quinta-feira, onde eles encontraram um casal segurando um bebê. Os policiais questionaram o casal e determinou que Miranda estava segurando Shamali Flores, de 6 semanas de idade.

O bebê não tinha sinais de violência pelo corpo. Miranda foi presa e, em seguida, levada para uma delegacia da cidade para prestar mais esclarecimento sobre o caso.

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Porém, o namorado da suspeita não foi preso pelo fato de não saber que a suspeita teve um aborto espontâneo. Os investigadores acreditavam que o casal estava se preparando para sair da cidade com Shamali. O bebê foi examinado em um hospital e está sob custódia do Serviço de Proteção Infantil estadual. Em uma coletiva de imprensa na quarta-feira (20), policiais disseram que a mulher que raptou o bebê provavelmente conhecia a família da criança.

A vítima foi encontrada morta na manhã de terça-feira por seu sobrinho de 17 anos em seu apartamento, mas a filha da vítima não estava no apartamento. O pai do bebê, Marcos Mariano Tomas Palacios, de 34 anos, foi encontrado no mesmo dia sem a filha. Depois de questionar o pai do bebê, a polícia realizou uma coletiva de imprensa na quarta-feira e disse que o suspeito poderia ser uma mulher que conhecesse a família e pudesse estar com a criança.

"Realmente acreditamos, com base no que vimos até agora, que a suspeita de está com o bebê está familiarizado com essa família. Quem sequestrou Shamali pode ser uma mulher que tem ou irá apresentar a criança como sua, e pode até indicar que a criança nasceu recentemente”, divulgou a polícia na oportunidade. O caso continua sendo investigado.

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