Diversos fatos tristes vêm ocorrendo no Brasil e no mundo que envolvem crianças. Nos Estados Unidos, houve um caso que deixou a população em choque, uma mãe que fazia uso contínuo de drogas, acabou por esquecer seu filho de apenas 3 anos na varanda de sua casa, causando danos à sua saúde e o fazendo morrer por hipotermia.

A criança por nome de Landyn Melton tinha feito 3 anos um dia antes do ocorrido. A mãe da criança, Jamie Lyn Basinger, contou que por efeito das drogas teve alguns relapsos e consequentemente dormiu enquanto seu filho estava em sua varanda e veio a óbito por hipotermia, sendo achado por um vizinho, que logo chamou a polícia.

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Por meio dos fatos, a mesma pode se declarar culpada ao juiz, por homicídio, no qual não obteve a intenção de tirar a vida do menor. Embora a mesma relatando culpada, não foi dada sentença de prisão [VIDEO].

Modalidade Penal

Jamie Lyn Basinger acolheu juntamente com o tribunal que seria realizada uma sentença de 19 a 32 meses, e que estaria sob supervisão da justiça durante três anos. Jornais regionais comentaram que a mesma já havia sido presa por oito meses e que isso pode contribuir para o seu julgamento final.

O fato dela não ter sido presa, não tira o cuidado perante a justiça. Basinger vai realizar serviços comunitários durante três dias. Se durante esse tempo houver qualquer infração ou delito, a mesma estará sendo investigada para futuros esclarecimentos e, possivelmente, será encarcerada [VIDEO].

Mãe fica arruinada após perder o filho

Seu advogado Frank Webster, revelou que a mãe tem se sentido muito triste e não para de chorar desde o momento em que viu seu filho morto na varanda de sua casa.

A mulher confessou o uso indevido de drogas especificamente maconha e metanfetamina na noite anterior, dia do aniversário da criança, o que ocasionou toda essa tragédia irreparável em sua família.

Marcas na porta evidenciam tentativa de entrada

Ao ser comunicado pelo vizinho, a polícia pôde investigar também o local, com isso, foram encontradas marcas por toda a janela de acesso a casa. Deixando a conclusão que a criança fez o que pôde para entrar, além do esforço até o momento em que não resistiu mais. Dessa forma, na autópsia o menino possuía bastante sangue espalhado pelo rosto, mas não constou evidência de traumas pela face ou em outra área do corpo.

No julgamento da mãe, a advogada de acusação trouxe alguns requisitos que mostram que a mesma foi negligente e imprudente com seu próprio filho. “Como uma criança de apenas três anos fica sem ser supervisionada pela mãe? Ela estava em seu bem-estar dormindo, enquanto ele congelava”. Outro fator que ficou inerte foi a presença do seu namorado que passou a noite em sua casa, porém não relatou escutar barulhos e muito menos sentir falta da criança.