De acordo com os sites NZ Herald e Mail Online, três adolescentes [VIDEO] australianas – duas delas com 15 anos de idade, e a outra com apenas 12 – torturaram uma jovem de 17 anos que é portadora de limitações mentais durante duas horas e meia. Como se já não bastasse o terrível ato [VIDEO] em si, as garotas filmaram a brutal agressão e postaram o vídeo no Facebook.

O incidente ocorreu nas primeiras horas da manhã de segunda-feira (15), depois que a vítima foi atraída até um parque onde existe uma área reservada para piqueniques na cidade de Moe, localizada na área de Gippsland, Estado de Victoria.

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Enquanto o ataque transcorria, a jovem foi forçada a inalar pequenos pedaços de vidro, que segundo o site Ten Eyewitness News seriam de seu iPhone destruído pelas adolescentes.

Além disso, a cabeça dela foi batida com força contra uma mesa de madeira por várias vezes, as mãos foram queimadas com churrasco muito quente e ela recebeu chutes no rosto.

Acompanhe esta reportagem em inglês que mostra parte do espancamento (contém cenas fortes):

Vítima ficou irreconhecível

A mãe da garota agredida – as identidades de todas as envolvidas não foram divulgadas – disse ao Ten Eyewitness News que a filha teria ido até o parque porque as três adolescentes lhe disseram que o namorado dela se encontrava naquela área. Como a vítima é intelectualmente incapacitada, acreditou na história.

A mulher revelou também que a jovem ficou "preta e azul" por causa dos vários hematomas que surgiram em sua pele. O rosto dela ficou tão dilatado que se tornou "irreconhecível" – ao ponto em que ela nem conseguia colocar os seus óculos, pois as maçãs do rosto incharam consideravelmente.

Revoltada, a mãe afirmou ser incompreensível que alguém tenha a capacidade de agredir outra pessoa desse modo, e acrescentou que "nem mesmo animais fazem esse tipo de coisa".

Depois do ataque, a jovem espancada foi levada até um hospital para ser tratada das graves lesões em sua face e está se recuperando das escoriações em casa.

Quanto às três atacantes, todas elas foram indiciadas criminalmente pelo ato que cometeram. A menina mais nova foi libertada sob fiança, mas as duas adolescentes de 15 anos ainda estão sendo mantidas sob custódia pelas autoridades.

Michael Thek, um detetive envolvido no caso, afirmou que o vídeo gravado pelas garotas tem um conteúdo "bastante gráfico", e que muitos policiais com uma longa experiência em crimes concordaram que essa é uma das piores agressões que eles já viram em 30 anos de carreira.