Que o amor não tem fronteiras todo mundo sabe. Contudo, amar, interagir e manter relações sexuais com uma pessoa morta há cerca de 300 anos já é insanidade demais para ser levado a sério. Porém, é justamente este tipo de união, que a irlandesa Amanda Teague, de 45 anos, alega ter com o fantasma [VIDEO] de um pirata haitiano.

Em depoimento ao jornal britânico The Sun, a moradora de Downpatrick, na Irlanda do Norte, revela ter uma vida ‘normal’ com o marido ‘Jack Teague’. Amanda alega manter diferentes atividades com ele. Desde sair para passear e até mesmo fazer sexo – embora o sujeito tenha morrido no século XVIII.

A irlandesa destaca que o inusitado romance teve início em 2014, após anos de frustrações com relacionamentos reais.

Todavia, antes de conhecer o ‘amor de sua vida’, ela teve cinco filhos com um homem vivo, o ex-marido dela.

Conforme a mulher, o caso com o pirata haitiano, que diz ter sido preso e executado em 1700, começou em 2014, enquanto ela dormia. Na ocasião, sentiu a energia da assombração ao seu lado, na cama.

Diferente da maioria das pessoas, ela não ficou assustada com o acontecimento paranormal [VIDEO]. Pelo contrário. Continuou a interagir com o espírito durante os anos, até casar com ele, em uma cerimônia em águas internacionais, pois somente desta forma o ritual seria aceito.

“Surpreendentemente depois de anos de romance Amanda conseguiu contratar um registrador e viajar para as águas internacionais onde ela poderia se casar legalmente com o espírito ferido. Ela até usou um meio espiritual no casamento para permitir que ele dissesse ‘eu aceito’ durante a cerimônia”, reporta o jornalista Charlie Parker.

‘Orgasmo garantido’

A irlandesa acentua que o entrosamento entre eles não se resume a conversas e sentimentos abstratos. Mas que o ato sexual também faz parte da rotina. Segundo ela, a relação íntima não deixa a desejar. “É bem sabido que as pessoas geralmente sentem um espírito tocar suas mãos, o rosto ou os cabelos. Você pode, literalmente, sentir o ato físico do que o espírito está fazendo com você, e o espírito também pode sentir isso”, explica.

A mulher, que trabalha como imitadora do Capitão Jack Sparrow, personagem interpretado por Johnny Deep, 54, acredita ter desenvolvido uma atração espiritual com o pirata haitiano em decorrência disso.

Apesar de não conhecer a forma física do marido (por motivos óbvios), ela salienta que ele revelou ter a pele negra e cabelos escuros.

Ao que parece, na cerimônia de casamento não houve a famosa frase: “até que a morte os separe”. Afinal, ela não faria sentido naquele contexto.

Infelizmente, a data exata da cerimônia não foi informada pela imprensa britânica, que noticiou o caso neste domingo (14).