Uma mãe deixou seu agressor sem o órgão sexual após morder e arrancar seu pênis quando estava sendo sexualmente atacada com uma faca apontada para seu pescoço, em frente à sua filha de 5 anos.

A mulher estava grávida e pedia carona para ela e sua filha no nordeste da província de Mpumalanga, nesta segunda-feira (8), quando dois homens decidiram parar o carro. Tão logo elas entraram, um dos homens apontou uma arma para ambas e dirigiu para o meio de um matagal.

"Um dos homens violentou-a com muita violência, enquanto apontava a faca para ela", disse a polícia local em entrevista coletiva.

"Durante esse processo, a vítima, quando teve oportunidade, mordeu e arrancou o órgão sexual de seu agressor que fugiu, desesperado [VIDEO].", complementou o policial.

A polícia contatou todos os hospitais locais, pedindo para ser avisada caso aparecesse um homem para tratar dos genitais.

O ataque

A mulher, que estava grávida de 3 meses, sofreu o estupro na periferia da pequena cidade de White River, na África do Sul.

É comum pedir carona na região como ela fez. Ao ver que estavam dirigindo para um matagal, ela não pôde fazer nada por estar com a arma apontada para ela e sua filhinha pequena, que, naturalmente, estava muito assustada. [VIDEO]

Ainda não se sabe exatamente o que aconteceu com o segundo homem, mas o que a estuprou enquanto lhe apontava uma faca levou a pior.

Durante o ato, no momento em que viu a oportunidade ao ser forçada sexualmente, a mulher mordeu com força e arrancou, quase que em sua totalidade, o genital masculino de seu agressor.

Assustado, ele fugiu do local, juntamente com o segundo homem, e ainda não foi localizado pela polícia.

Sem tratamento, ele poderá morrer de hemorragia. Portanto, a polícia conta com a ida dele a algum hospital para dar a ordem de prisão.

Estupros na África do Sul

Mais de 100 estupros são reportados a polícia todos os dias, na África do Sul. Muito embora acredita-se que o número exato de estupros está muito além dos que são divulgados e das queixas policiais recebidas.

A Polícia local é acusada de negligenciar as investigações das alegações de estupro, assim como de não tratar das vítimas adequadamente. Essas são apenas algumas das causas de muitas mulheres estupradas não procurarem a polícia para informar a agressão.

Muitos dos agressores sexuais não são condenados. De acordo com um estudo local, apenas 10% dos julgamentos de estupro apontam o homem como culpado e o condenam a pena pelo o crime.