O professor substituto, Manuel Gamboa, de 35 anos, convidou seu aluno de 17 anos para ir até sua casa.

Uma vez lá, o professor começou a dar cerveja para o aluno até que este dissesse que estava muito tonto. Na sequência, usando o pretexto de que não seria bom para ele ser pego por seus pais naquela situação, o professor convidou-o a deitar no sofá até que o efeito do álcool passasse.

O garoto que não estava acostumado a beber, sentiu-se mal depois de várias cervejas e aceitou a sugestão do professor de deitar-se no sofá e dormiu profundamente.

Enquanto ele estava dormindo, Gamboa molestou-o sexualmente sem que ele soubesse.

Quando o aluno acordou na manhã seguinte, o professor estava dormindo ao seu lado.

De mentor a molestador

O aluno, cujo nome não foi relatado por ser menor, disse que o professor era como um mentor para ele e que já havia ajudado várias vezes com as tarefas de casa, uma vez que ele ia mal em algumas matérias da Língua Inglesa, que não é sua primeira língua.

A vítima disse que após acordar ele sentiu algumas dores pelo corpo, inclusive ao urinar. Ele também alegou que enquanto caminhava até o banheiro, o professor beijou suas nádegas, foi quando ele encontrou vários vídeos no celular do professor fazendo oral nele, sem seu consentimento [VIDEO]. Ele ligou imediatamente para sua mãe que veio em seu socorro e tomou as providências para denunciar o professor: declaração na delegacia e exame de corpo de delito, uma vez que os vídeos não estavam mais acessíveis.

Os vídeos e a prisão

O rapaz ficou tão constrangido que deletou os vídeos antes que seus pais chegassem, mas de acordo com o jornal Dallas Morning News, ele passou por exames específicos que comprovaram a evidência do DNA nas partes íntimas da vítima que não pertenciam a ele mesmo e sim a Gamboa.

O professor foi preso na quarta-feira passada [VIDEO], (24) e a escola despediu o professor.

A escola, que relatou estar indignada e totalmente ao lado da vítima, prestando todo o suporte possível e necessário, emitiu uma nota sobre o ocorrido que dizia:

"Tão logo soubemos das acusações sobre o professor substituto, ele deixou de fazer parte do nosso quadro de funcionários. A segurança de nossos alunos são nossa maior prioridade. O histórico criminal de todos os nossos funcionários, inclusive o de professores substitutos, é constantemente checado antes da contratação."

A fiança para o caso está em 80 mil dólares, uma vez que o professor não tinha histórico anterior na polícia, mas ele já está fichado como molestador no Texas, local onde tudo ocorreu.