Uma mulher foi presa por assassinar o próprio filho. Segundo relatos, a mulher matou do bebê após ouvir vozes dizendo que era uma mãe má. A imprensa local informou que essa tinha sido a terceira tentativa dela tentar contra a vida do filho. A suspeita de ter cometido o crime foi identificada como Hannah Turtle, de 22 anos, de Shotton, no norte do País de Gales, admitiu para a Polícia que tentou matar seu filho três vezes em apenas 10 dias. Ela também disse que tinha misturado antidepressivos em sua garrafa de leite em uma ocasião. [VIDEO]

O bebê, James, morreu na terceira tentativa devido à sufocação, de acordo com a polícia.

No entanto, a mulher sustenta sua versão que não pretendia matar seu filho ou causar-lhe algum dano grave. Turtle disse que foi avisada por vozes que ela não merecia James. De acordo com o promotor Davis Elias, a ré, Turtle, causou danos intencionais a seu filho três vezes, restringindo sua respiração. Ela teve o cuidado de garantir que suas ações não fossem vistas por ninguém. Na primeira ocasião em 31 de maio de 2016, supostamente comprimiu o nariz da criança até ficar azul. [VIDEO]

Os paramédicos foram chamados para a cena e ele foi revivido depois de ser levado para um hospital. A segunda vez, em 3 de junho, sufocou o filho novamente enquanto estavam sozinhos. O menino foi ressuscitado e os médicos não encontraram nenhum motivo médico para sua condição. Na terceira ocasião, no dia 6 de junho, Turtle colocou a mão sobre o nariz e a boca de seu filho até sufocar.

"Nós nunca saberemos por que exatamente ela fez isso", disse Elias. Conforme relatos, a mulher sentou-se com o corpo sem vida do bebê por um longo período de tempo, então calmamente foi cuidar de sua sogra. Mais tarde, ela foi ao banheiro antes de voltar para a sala e fingindo que acabara de encontrar o bebê sem vida.

De acordo com registros judiciais, James morreu em 13 de junho de danos cerebrais por uma séria falta de oxigênio e sangue. A mulher inicialmente negou ter cometido o assassinato, mas depois disse a um assistente social e uma enfermeira que ela era responsável pela morte de seu filho. Ela também disse que precisava de ajuda. "Eu queria nunca ter feito isso. Eu sei que preciso de ajuda", disse a acusada.

O júri ouviu falar que havia feito alegações falsas contra seu parceiro, Ian Hughes, depois de ter recusado permissão para ir ao funeral de seu filho. A suspeita negou assassinato, três acusações de maus-tratos e duas de envenenamento contra o filho.