Que os pais devem ficar atentos ao que seus filhos fazem nas redes sociais, isso todos já sabem. Os riscos são iminentes e a cada minuto vários aliciadores sexuais de menores se fazem passar por rapazes bonzinhos e até garotos da mesma idade das crianças para pegar a confiança e depois abusar dos menores.

O tema foi muito bem abordado pela novela 'O Outro Lado do Paraíso' recentemente, onde Vinícius, o delegado corrupto e pedófilo, abusou de sua própria enteada em casa e depois de outras vítimas. A forma de atacar suas vítimas é a mesma. Ou ele oportuniza dentro da própria casa ou usa de ardis na internet para assediar menores.

Sempre se fazem passar por garotos bonitos da mesma idade da vítima e, depois que ganham a confiança da menina, vão contando que são um pouco mais velhos até que a surpresa vem.

No caso em questão, um argentino de 29 anos assediou uma menina de 11 pelo WhatsApp. Usando o mesmo método para conquistar a menina, ainda pediu que ela mentisse para os pais e comparecesse a um encontro com ele em lugar predeterminado. A menina, muito bem instruída, acabou contando ao pai a situação e ele tratou de marcar o encontro. Para a surpresa do abusador, quem compareceu foi o pai da menina que deu uma surra de lavar a alma no pedófilo.

Homem usa ardil para cooptar vítima de 11 anos

O homem chegou a dizer as palavras que a menina deveria dizer aos pais para visitá-lo. Ele instruiu que a menina deveria dizer aos pais que ela visitaria uma amiga.

Ela ainda disse que era virgem e o assediador achou melhor ainda a trama.

Neste momento foi o pai que assumiu o celular e marcou o encontro, a princípio na casa do abusador. Depois ele mudou de local, para um bairro mais afastado. É claro que o pai topou, pois como ele mesmo conta, seu objetivo era matar o 'vagabundo', ou o 'violín', como são chamados os estupradores na gíria portenha.

O abusador chama-se Germán Acosta. Já o pai da menina, Rodriguez, não demonstrou nenhuma pena ao encontrar o homem. Deu-lhe na cara muitas vezes e deixou o homem completamente deformado. Como as leis da Argentina se assemelham com as do Brasil, Rodriguez responde processo por lesão corporal e Acosta por crime de assédio virtual ou 'grooming'.

Tanto o pai quanto Acosta estão em liberdade. Sim, o abusador também está solto.

A lei da Argentina prevê seis meses a quatro anos de prisão para quem cometer este tipo de crime.

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