Um jovem foi acusado de abusar sexualmente de uma estudante do ensino médio enquanto ela estava morrendo de overdose de medicamentos. Segundo relatos, o rapaz ainda havia encaminhando fotos explícitas da vítima para amigos. Ele mesmo também enviou mensagens aos seus amigos vangloriando-se de que "ela morreu tendo relações sexuais comigo".

O suspeito, Brian Roberto Varela, de 19 anos, foi preso na terça-feira passada (6) em Lynwood, estado de Washington, nos Estados Unidos.

Ele foi acusado na sexta-feira (10) de homicídio e estupro. A vítima foi identificada como Alyssa Mae Noceda, de 18 anos, que foi a uma festa em uma casa, onde conheceu Varela.

A Polícia encontrou o corpo de Alyssa dentro de uma lixeira plástica na casa de Varela depois que um dos colegas do rapaz revelou o caso. A denúncia foi feita após o acusado admitir ao colega que não sabia se Alyssa ainda estava viva quando ele teve relações sexuais com ela.

Segundo os relatos, a vítima foi a casa de Varela, onde tomou altas doses de Percocet (uma medicamento para controlar a dor e febre) e THC líquido (um xarope feito com óleo de cannabis, mas que não tem os mesmos princípios da droga). A combinação levou a uma overdose fatal.

Depois que a Alyssa entrou em colapso no quarto de Varela, ele não a ajudou porque ele estava "muito cansado". Em vez disso, o rapaz teria enviado fotos explícitas dela para amigos.

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Ele também a estuprou e se gabou disso com um amigo, dizendo: "Ela morreu tendo relações sexuais comigo".

Uma das fotografias que o acusado enviou tinha a mensagem que acompanhava: "LOL, acho que ela sofreu overdose". Ele também disse aos amigos que estava tendo relações com a vítima para "passar o tempo".

No dia seguinte, Varela acordou, encontrou a garota morta, colocou o corpo em uma lixeira e foi trabalhar como se nada tivesse acontecido.

Ele discutiu o incidente com seus colegas de trabalho.

Os amigos de Varela disseram à polícia que ele admitiu lavar o corpo para remover todo o DNA dele e quebrar as pernas de Alyssa para que ela encaixasse em uma lixeira. Então, ele trancou a lixeira em um como da casa e foi trabalhar em uma lanchonete de fast food.

O acusado teria planejado enterrar o corpo da jovem mais tarde. O suspeito disse à polícia que depois que Alyssa morreu, ele queria fazer parecer que ela teria fugido de casa.

Por isso, ele usou o polegar da adolescente morta para desbloquear seu celular e enviou uma mensagem, através de Snapchat, indicando que ela tinha ido embora por vontade própria.

O promotor adjunto Bob Hendrix acusou Varela de mostrar um "desprezo insensível e chocante com a vida humana" e exigiu punição severa. O acusado está sob custódia policial com um valor de fiança de US$ 500 mil (R$ 1,65 milhão de reais).

Ele deverá comparecer perante o tribunal em uma audiência ainda neste mês.

A família e os amigos da vítima estão com o coração partido e compartilham suas condolências nas mídias sociais. A mãe de Alyssa recentemente compartilhou um vídeo da filha no Snapchat, que era uma mensagem amorosa para ela.

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