Em 2016, Omar Mateen entrou em uma boate gay em Orlando (EUA), juntamente com a esposa, Noor Salman, e efetuou disparos contra o segurança do local. Após isso, conseguiu entrar na boate e matou 49 pessoas.

O próprio Omar disse à polícia que o ataque ocorreu em nome do grupo terrorista Estado Islâmico. Esse caso é considero o maior atentado nos Estados Unidos desde o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001, quando ocorreu o famoso ataque contra às Torres Gêmeas.

Noor Salman, de 31 anos, esposa do homem que efetuou a matança, estava sendo julgada por obstrução de justiça e cumplicidade no ataque. O atentado ocorreu em 12 de junho de 2016, na boate gay Pulse.

Além de 49 mortos, o ataque deixou 50 feridos. Omar foi morto pelos policiais. O julgamento de Noor Salman se iniciou no dia 3 de março deste ano e ocorreu em um tribunal de Orlando, Flórida. O advogado defesa da mulher, Charles Swift, conseguiu provar que ela tem QI reduzido, é infantil e era dominada pelo marido, que era abusivo.

Dessa forma, conseguiu a absolvição da cliente.

O advogado também disse que a confissão dela, que foi feita para o FBI no dia em que o ataque aconteceu, quando ela admitiu ter consciência de que o marido estava prestes a cometer o atentado terrorista, foi feita sob coerção do agente que havia lhe interrogado.

A advogada de Noor questionou no tribunal, em sua alegação final na quarta-feira passada (28), perguntando o porquê de Omar confiar nela, pois era abusivo com a mulher e também não tinha respeito por ela.

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Curiosidades LGBT

Enquanto ocorria o julgamento, foi descoberto que o terrorista, na verdade, estava com intenções de atacar a Disney, escondendo sua arma em um carrinho de bebê.

Porém, ao notar que havia vários policiais no local, desistiu e mudou de direção. Assim, atacou a boate gay. No dia do atentado, cerca de 200 pessoas dançavam ao som de músicas latinas na pista da boate, que é voltada ao público homossexual e uma das mais principais de Orlando.

A boate fecharia às 3 horas da manhã. Porém, às 2 horas, uma hora antes de a casa fechar, a música foi interrompida por conta do barulho de rajadas do fuzil AR-15 e de uma pistola usadas por Omar. Enquanto ele efetuava os disparos, as pessoas do local pensaram que isso não passava de efeitos de um rap ou um reggaeton, mas, na verdade, estava acontecendo o maior ataque a tiros da história recente dos Estados Unidos.

Foi constado que o assassino tinha repulsa por homossexuais. Logo após cometer o atentado, ele ligou para a polícia informando que tinha agido em nome do grupo terrorista Estado Islâmico.

Algumas testemunhas se pronunciaram sobre o caso e disseram que ele havia entrado no evento depois de efetuar trocas de tiros com um segurança que estava na porta principal.

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