Pode até parecer coisa de filme ou até uma história inverídica para assustar e impressionar os ouvintes, mas infelizmente um homem de 38 anos, que não teve a identidade revelada, foi fotografado em uma favela na África do Sul arremessando a própria Filha de 1 ano do telhado da casa.

De acordo com detalhes fornecidos por policiais que trabalham naquela região, o homem estava tentando evitar que a casa uma favela da cidade de Kwadwesi fosse demolida e utilizou o arremesso da criança [VIDEO] como uma ameaça para evitar a ação.

Ao receberem a informação do que estava acontecendo, os agentes da polícia da África do Sul tiveram que se deslocar até o local onde o homem estava com a pequena bebê e tentaram negociar com ele.

Com muita raiva e aparentando não temer as consequências, o homem lançou sua a filha no ar.

A história só não teve um final ainda mais triste e preocupante porque um policial conseguiu, por sorte, segurar a pequena antes que ela se machucasse. Felizmente a criança não se feriu e o homem foi rendido e preso. Ele responderá pela tentativa de homicídio da filha de apenas 1 ano de idade.

Crime contra crianças na ditadura militar choca brasileiros

Não é só no exterior que Crimes deste tipo acontecem. Em terras brasileiras [VIDEO], crimes muito piores já foram noticiados. Em outubro passado, por exemplo, o jornal Gazeta do Povo, de Curitiba (PR), noticiou seis crimes hediondos que foram cometidos contra crianças durante a Ditadura Militar.

Na década de 1970, nem as crianças conseguiram ficar a salvo de alguns crimes contra a humanidade cometidos pela ditadura no Brasil.

Entre os crimes citados pela reportagem do Gazeta do Povo aparece prisão, tortura, estupro e até morte. O acontecimento foi considerado pela jornalista que assina o texto, Maurício Brum, como “terrorismo de Estado”.

O caso dos irmãos Nascimento é um dos citados. Na época, eles tinham idades entre 2 e 9 anos e foram levados pelo Exército porque seus pais faziam parte da luta contra o regime.

As crianças foram registradas nos documentos do governo como terroristas, unicamente por terem nascido na família onde os pais eram contrários à ditadura. O irmão mais novo da família acompanhou os pais em prisões consideradas clandestinas e até presenciou as torturas que o pai sofreu.

Caso completamente macabro envolveu uma menina chamada Ana Lídia Braga, de 7 anos. Esta teria sido sequestrada. Após isso, ela foi torturada e morta no mês de setembro de 1973. O corpo da criança foi encontrado enterrado sem qualquer vestimenta nas proximidades da UnB (Universidade de Brasília).

Na ação, a ditadura optou por abafar a investigação após suspeitas de que o filho do Ministro da Justiça na época, Alfredo Buzaid, tinha se envolvido com aquela brutalidade.

Proibições à imprensa em relação à menção do caso foram registradas. Tudo foi arquivado e o crime não passou por investigações.

Outro caso parecido foi o da pequena Araceli Crespo. Ela tinha 8 anos quando foi morta e desfigurada com ácido. Na época, a criança foi estuprada durante dois dias e mantida em cárcere privado durante os abusos. Os suspeitos do crime foram Paulo Constanteen Helal e Dante Barros Michelini, filho de Dante de Brito Michelini, homem do ramo dos latifúndios que possuía influência no governo militar.

Entre as denúncias que foram registradas, o latifundiário usou todo o seu poder para impedir as investigações. Mesmo tendo sido condenados, os dois tiveram a sentença anulada e permaneceram impunes por ordens superiores.