Um caso macabro fez com que muita gente revisse o que pode realmente ser chamado de mãe e a forma como a humanidade está literalmente se enterrando. Taheerah Ahmad, de 39 anos foi presa em Tulsa, no estado de Oklahoma (EUA), após cometer um crime assustador contra a filha na noite de segunda-feira (14).

De acordo com o portal do jornal britânico The Sun, a mulher deu 70 picaretadas na filha de 11 anos, incendiou a casa e fugiu do local com a outra filha de 8 anos, chamada Hafsa.

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A mulher teria cometido os crimes porque a filha mais velha teria lhe olhado de uma forma ameaçadora.

Para disciplinar a criança, esta foi a atitude tomada pela mulher. Ao ser presa, a criminosa ainda sorriu para as câmeras.

Mãe de três filhos, Taheerah é suspeita de um ataque criminoso que envolve abuso infantil, agressão com intenção de matar e incêndio criminoso. Ela afirmou aos policiais que tomou a atitude [VIDEO]em autodefesa. A mulher ainda está sendo acusada de atacar a filha várias vezes na cabeça com a picareta, uma ferramenta de trabalho braçal com grande poder de perfuração.

Ela foi presa e a criança de 11 anos está internada ainda inconsciente e em estado crítico. A filha que foi encontrada com a mãe no momento da prisão não sofreu violência. De acordo com a própria Taheerah em conversa com os policiais, ela se irritou com as filhas pela maneira como estavam lendo e "olhando para ela".

Segundo os policiais, a mãe teria amordaçado as três crianças e resolveu atacar a mais velha. Hafsa ajudou a irmã de 9 anos a fugir e procurou um vizinho, que ligou para a Polícia.

Ao chegarem, as autoridades encontraram a filha de 11 anos na casa, que estava em chamas. Taheerah e a criança mais nova haviam desaparecido.

No relatório da polícia é informado que a menina mais velha atacou a mãe quando ela estava prendendo as irmãs mais novas. Taheerah atingiu a cabeça da filha mais velha diversas vezes com a picareta.

Foram entre 50 e 70 golpes, segundo a contagem inicial feita pelos médicos. Ela foi encontrada com perfurações no rosto, no corpo, no pescoço e mãos. Ela queria garantir que a filha estivesse morta antes de queimar a casa.

Hafsa foi ouvida pelos investigadores. De acordo com ela, a mãe manteve as filhas reféns por uma semana antes do ataque e as forçou a ficar presas em seus quartos sem água ou comida. Elas recebiam ameaças se tentassem deixar o quarto.

O crime só é mais uma amostra das excessivas ocorrências que vêm acontecendo e assustando pessoas ao redor do mundo.