Uma professora de língua de sinais confessou ter realizado suas fantasias sexuais muitas vezes [VIDEO] com uma de suas alunas de 15 anos, dentro da sala de aula. A mulher foi identificada como Jaclyn Truman, de 30 anos, e foi presa depois de se relacionar há cerca de dois meses com uma adolescente, de acordo com a Polícia.

A professora de Orlando foi condenada por duas acusações de agressão sexuais contra a menor. Porém, após ela confessar que praticou o crime, ela vai responder pelo crime em liberdade. A professora vai responder pelos seus atos em liberdade condicional pelos próximos 15 anos, e deve ser registrada como agressora sexual.

Vítima confessa que teve relações sexuais com a professora várias vezes e que era consensual

A adolescente disse aos policiais que as brincadeiras aconteciam na Hagerty High School, em Oviedo, na Flórida, e tiveram relações sexuais consensuais entre cinco a dez vezes. “Ela obviamente deseja que isso nunca aconteça. Isso nunca deveria ter acontecido. Minha sugestão aos professores é apenas reconhecer que você é mantido em um padrão mais elevado”, disse o advogado da vítima, Jeff Levkulich.

Porém, assim que o caso veio à tona, a direção da escola demitiu a professora e relatou o caso para as autoridades locais. Truman foi professora de língua de sinais quando seus chefes receberam informações sobre as acusações em 2 de outubro de 2016. Ela foi mantida no Centro Correcional John E. Polk por duas acusações de atos indecentes contra uma menor.

Um juiz estabeleceu uma fiança de US$ 40 mil (cerca de R$ 137 mil) e ela pagou.

A prisão

Truman foi presa pela primeira vez no mês de outubro do ano passado depois de ser acusada de ter um relacionamento sexual com uma adolescente no ano de 2016. A mulher supostamente teve um relacionamento inadequado de dois meses com um a aluna enquanto trabalhava como professora substituta na Hagerty High School em Seminole County, na Flórida. Na época, a vítima disse para a polícia que teve relações sexuais com a professora várias vezes dentro de sala de aula no de março a maio de 2016.

O porta-voz da polícia, Bob Kealing, disse que a professora ensinou em várias escolas no distrito escolar de Seminole County. Segundo relatos do porta-voz das escolas públicas do Condado de Seminole, Michael Lawrence, uma verificação de antecedentes criminais foi feita antes dela ser contratada em tempo integral. Porém, nada foi constatado.

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