Breve história e contexto

Desde o ano 70 d.C, após Israel ser destruído e seu povo dispersado, os israelenses viveram espalhados por diversas nações. Mas devido às dificuldades em se adaptarem à cultura dos países onde estavam inseridos, eram vistos com muita disconfiança por esses povos. Isso levou a uma série de perseguições e tentativas de aniquilação do povo judeu, que, para se defender criou o Movimento Sionista.

O Movimento Sionista

Como o povo judeu que vivia nas nações estrangeiras não tinha nenhum apoio ou forma de se defender, surgiu a necesidade da criação de uma instituição que pudesse prestar esse tipo de apoio, surge, então o Movimento Sionista, que tinhe esse nome devido ao monte Sião, de quase 800m de altura, localizado em Jerusalém, próximo ao muro da Cidade Antiga, muito importante na cultura judaica.

O Primeiro Congresso Sionista ocorreu em 1897. Outro objetivo desse movimento era impulsionar a criação de um país que pudesse abrigá-los. Este objetivo foi alcançado no ano 1948, sendo o maior feito deste movimento.

Como funciona a lei em Israel

Não há uma legislação específica, como na maioria dos paises, mas um parlamento, o Knesset, que julga as questões judiciais, baseado em leis gerais básicas que guiam as decisões desse orgão, que também tem como base as decisões da Suprema Corte.

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Situação atual e controvérsia nesta ação

Essa lei, aprovada por 62 votos a favor, 55 contra e 2 abstenções, define várias questões que estavam em aberto mas que não haviam sido discutidas devido à grande liberdade democrática que o país vive, sendo, indiscutivelmente, a única nação do oriente com uma democracia liberal. Porém a ei aprovada hoje pelo Knesset coloca em xeque essa realidade, tornando Israel alvo de inúmeras queixas e protestos dentro do seu território e também no mundo.

Reação contrária à decisão judia

Ayman Odeh, chefe da Lista Conjunta Árabe, disse: "Essa é uma lei do mal, uma bandeira negra paira sobre ela". E segurando uma bandeira negra no parlamento, falou: "Hoje, terei que dizer aos meus filhos e aos flhos árabes, que o Estado não nos quer aqui".

Reação a favor da decisão judia

O primeiro-ministro, Benyamin Netanyahu, declarou: "Este é um momento fundamental da história do sionismo porque estabelece por lei o princípio básico de nossa existência".

O que determina a lei na prática

A Lei de Estado-nação judaica, na realidade, foi feita para garantir alguns direitos com quais os judeus sempre sonharam, afinal, poucas vezes em sua história os judeus puderam se orgulhar de ter um país só seu e independente.

Além do mais, Israel sofre com a negativa dos países vizinhos árabes em reconhecer a sua existência, o que torna natural a resistência em aceitar essa lei.

Outro objetivo dessa lei é dar o direito de qualquer pessoa com origem judia se repatriar e ter cidadania israelense. E reconhece, finalmente, Jerusalém como capital de Israel; o hebraico se torna o único idioma oficial; Israel se torna um Estado exclusivamente judeu e estimula a expansão de colônias israelenses em território palestino.

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