O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vê dias difíceis no comando da maior potência econômica e militar do mundo. Em pesquisas divulgadas por veículos de comunicação daquele país, Trump vê alta rejeição de seus eleitores.

O jornal The Washington Post publicou uma pesquisa na qual Trump aparece com 60% de rejeição dos entrevistados. Somente 37% aprova sua gestão. De acordo com outra pesquisa, feita pela ABC News, no que se refere à política econômica, o índice de aprovação sobe para 47%, mas de rejeição também sobe para 45%.

O impeachment do presidente também é uma questão a ser discutida por seus eleitores. 49% dos americanos apoiam seu impeachment, enquanto 46% rejeitam. Robert Muller, que investiga Trump desde as Eleições de 2016 e a também as relações com a Rússia, tem apoio de 63% dos americanos. Na oposição, apenas 29% defendem Trump. O que ajudou que o caso ficasse ainda mais conturbado foi o fato do advogado de Trump afirmar que pagou duas mulheres pelo silêncio delas, após Donald Trump ter um caso com as duas.

Trump também duela com o Secretário de Justiça dos Estados Unidos Jeff Sessions. 64% dos americanos acham que Sessions não deve ser demitido, como propunha Donald Trump.

Entre 26 a 29 de agosto, cerca de 1.003 americanos foram entrevistados. 3,5 pontos percentuais é a margem de erro para a pesquisa. Numa auditoria mais recente, 54% dos entrevistados desaprovam o presidente. A pesquisa foi feita pela empresa especializada nisso, o Instituto Gallup.

Já a Universidade de Suffolk, localizada na cidade de Boston, com o jornal USA Today, revelou que 58% não concordam com a visão do presidente e também contribui para os índices negativos do mesmo. Com relação a junho, o aumento foi de 6 pontos percentuais.

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Curiosidades Governo

Críticas ao Twitter, Google e Facebook

O presidente Donald Trump, nos últimos dias, também tem criticado algumas empresas americanas. Entre elas, ele acusou o Facebook, Twitter e Google de serem tendenciosos, além de manipular a informação.

Trump disse que ao pesquisar "Trump News", somente notícias negativas do Governo é que aparecem. Ele criticou esses sites por meio de seu Twitter.

A Google se defendeu, dizendo que não segue nenhum lado partidário. O Twitter e o Facebook ainda não se pronunciaram.

No início do ano, em abril, o CEO do Facebook, teve de prestar depoimento nos parlamentos americano e europeu, após ser acusado de influenciar o referendo pré-Brexit e as eleições americanas.

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