Um homem de 52 anos, que se identifica como mulher, Karen White, de 52 anos, foi acusado de atacar sexualmente quatro detentas pouco depois de ser transferido para uma prisão feminina no Reino Unido.

Stephen Wood é um criminoso sexual que atende pelo nome de Karen White. Ele assumiu a culpa por ter estuprado uma mulher em 2003 e outra em 2006. Ele também passou a usar o nome David Thompson por um tempo, e está aguardando sentença por ter esfaqueado um vizinho.

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De acordo com as investigações, Stephen Wood passou a se identificar como mulher em 2014, mas seus amigos dizem que ele é apenas um artista frustrado e que não tem verdadeiramente identificação como trans. No entanto, alguns relatam que ele procurou ajuda em Manchester, de um grupo para transgêneros, que o encaminhou para uma “clínica de identidade de gênero”, localizada em Sheffield.

Embora ele não tenha feito a cirurgia de mudança de sexo, Stephen foi mantido em prisão feminina por se identificar como mulher.

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Estando em prisão feminina, Stephen Wood aproveitou para atacar sexualmente suas companheiras de prisão. Ele expôs seus órgãos sexuais para uma detenta, em outra ele colocou suas mãos dentro de suas roupas, acariciando suas genitálias, em mais uma ele beijou o pescoço e na quarta ele a acariciou e expressou palavras de cunho sexual sobre sexo oral.

Ele acabou negando dois ataques e reconhecendo dois, dizendo que sofrer de disfunção erétil, e reafirmou não ter atração por mulheres.

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Erros de avaliação e perigo inerente para mulheres

Um porta-voz do Serviço Prisional pediu desculpa por não terem analisado o caso de Stephen Wood com mais clareza, e que eles se esforçam ao máximo para que prisioneiros que se identifiquem como sendo do sexo oposto tenham os seus direitos garantidos.

Em vários países, o encarceramento segregado por sexo é uma das várias frentes negligenciadas na guerra pelo reconhecimento da identidade de gênero.

Muitos dizem que apenas a autodefinição de gênero não é o suficiente para manter presos em um mesmo ambiente pessoas de sexos diferentes. Opositores a ideia relatam que essa forma de avaliação pode trazer riscos para mulheres que estão indefesas.

Nos Estados Unidos, o governo do presidente Trump mudou o processo em maio para lidar com presos confusos em relação a seu gênero. Analisados caso a caso, a “determinação inicial” é baseada em sexo biológico, e que colocar homens com mulheres (ou vice-versa) só seria aprovado em “casos excepcionalmente raros”.

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