Conforme narrativa de Gênesis, primeiro livro das Escrituras Sagradas, existiam as antigas cidades de Sodoma e Gomorra, ambas situadas próximas ao mar Morto. Entretanto, tais regiões ricas da época foram pulverizadas completamente por Deus em função do comportamento pecaminoso dos moradores daquelas localidades, só se salvando Ló e suas duas filhas após serem avisados pelos anjos da iminente destruição divina.

Destruição das cidades de Sodoma e Gomorra

Independente da crença de cada indivíduo, fato é que arqueólogos oriundos dos Estados Unidos estão supondo que essa parte do planeta Terra acabou testemunhando uma calamidade sem proporções há uns 4 mil anos, sendo responsável por deixar o local onde se localizavam Sodoma e Gomorra inabitável por centenas de anos.

Mais especificamente os arqueólogos pertencentes à Universidade Trinity Southwest, que é uma instituição pertencente a cristandade e que é um centro acadêmico localizado na cidade norte-americana de Albuquerque, estado do Novo México, demonstraram que a civilização circunvizinha do mar Morto tenha sido eliminada 3.700 anos atrás, sendo a causa uma explosão de um meteorito que penetrou a atmosfera terrestre.

No transcorrer do encontro que ocorre todos os anos das Escolas Americanas de Pesquisa Oriental na capital do estado do Colorado, Denver, Philipp Silvia, que é um acadêmico especializado nesse tipo de assunto, mostrou resultados e avaliações preliminares sobre as escavações efetuadas onde se supõem que ficavam tanto Sodoma quanto Gomorra.

Como ocorreu o cataclismo

De acordo com a revista Science News os resultados finais obtidos foram de que a inteira região do Vale do Jordão, local habitado na época por aproximadamente 65.000 pessoas, de fato tenha sido sublimado muito rapidamente por uma poderosíssima onda atmosférica repleta de calor, vento e pequenas partículas.

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Literatura

O que aconteceu a partir desse momento é que as ondas acabaram empurrando a água extremamente salgada do mar Morto, o que destruiu o solo. Ainda conforme os arqueólogos responsáveis pela condução das pesquisas, a explosão provocou a destruição de todas as cidades da Idade do Bronze ali existentes, bem como, desproveu o solo ideal para a agricultura e pastagens das zonas anteriormente férteis, concluiu a conhecida revista Newsweek.

Tais cientistas disseram ainda que a explosão de meteorito a baixa altitude foi o estopim para que a catástrofe descrita pudesse destruir a região, abrangendo a antiga cidade de Alto el-Hammam, pois é exatamente ali que os arqueólogos têm trabalhado por anos.

A técnica da datação por radiocarbono revelou que paredes construídas com tijolos a base de argila desapareceram repentinamente naquela cidade, restando somente os alicerces de pedra.

A cerâmica existente nas superfícies das construções locais revelou para os pesquisadores terem sido derretidas, se transformando em vidro por causa das altíssimas temperaturas que assolaram a região, deixando-a sem habitantes por uns 600 ou 700 anos.

Alguns podem até duvidar se o foi o Deus Jeová dos hebreus ou somente uma catástrofe aleatória da natureza, a causa da destruição das cidades, matando os seus habitantes, mas o inquestionável é que o extermínio foi cabal e abrangente conforme diz a Literatura da Bíblia.

Exemplos de outras explosões espaciais afetando a Terra

Não é a primeira vez que os humanos se confrontaram com explosões espaciais. Tanto que cinco anos atrás, houve um meteorito explodindo na atmosfera terrestre bem próximo da cidade de Chelyabinsk, na Rússia, o que prejudicou um número superior a mil moradores e causou muita discussão mundo afora.

Outra explosão que ocorreu, que foi ainda mais poderosa e se deu no ano de 1908, e teve como causa a explosão de um asteroide sobre uma região da Sibéria pouco povoada, devastando uma área de 2.000 km².

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