Nesta quinta-feira (01), o representante de segurança nacional da Casa Branca, John Bolton, anunciou novas sanções contra a Venezuela, Cuba e prometeu novas penas a Nicarágua. Países que Bolton chamou de “troca da tirania" e são "forças destrutivas de opressão, socialismo e totalitarismo".

A sanção do governo americano sobre esses países torna proibido qualquer negociação financeira envolvendo cidadãos e entidades americanas com esses países. No caso de Cuba, os americanos querem impedir a chegada de dólares às mãos de forças militares ou de segurança de Cuba.

Durante discurso em Miami, Bolton falou sobre os ditadores que vivem ao redor da costa americana. Comentou também sobre o decreto assinado pelo presidente Donald Trump, que congela as contas de venezuelanos que operam no setor do ouro. Essa é uma tentativa que o governo de Trump tomou para tentar estrangular uma das alternativas econômica do país.

Desde que chegou ao poder em janeiro de 2017, Trump endureceu as medidas contra a Venezuela e Cuba. Voltando a endurecer as medidas dos Estados Unidos contra o país caribenho, medidas essas que vinham sendo amolecidas no governo Obama.

Inflação venezuelana

Um relatório publicado pelo Banco Mundial mostra que a Venezuela está passando por uma das maiores crises econômicas da história moderna, atingindo uma inflação de 500.000% no mês de setembro.

Para o Fundo Monetário Internacional (FMI), o país atingirá uma hiperinflação de 1.350.000%, até o final de 2018.

Hoje, no país, cerca de 90% da população está na pobreza. Com o agravamento da crise, estes números tendem aumentar.

Cerca de 1,9 milhão de venezuelanos já foram embora do país, fugindo da crise econômica. Países como a Colômbia, receberam mais de 1 milhão de refugiados venezuelanos, sendo que apenas 800 mil foram regularizados no país até agora.

Bolton parabeniza novo rumo que América Latina está tomando após eleições

Para o secretário de segurança nacional dos Estados Unidos, os últimos resultados das eleições em países-chave na América Latina mostram resultados positivos para o futuro da região. Para Bolton a cooperação entre esses países e os Estados Unidos, é de vital importância para o desenvolvimento da região.

"As recentes eleições de líderes afins em países-chave, incluindo Iván Duque, da Colômbia, e Jair Bolsonaro, no Brasil, são sinais positivos para o futuro da região e demonstram um crescente compromisso com princípios de livre mercado e governo aberto, transparente e responsável", afirmou Bolton

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