Nãose pode afirmar que alguém que já tenha “tentado” trocar pneus de veículoautomotor, no caso, de caminhões fora de estrada (aqueles destinados atransportar minério bruto nas minas de extração) utilizando “macaco” comum, ouseja, do tipo que encontramos nos veículos de passeio. Claro e evidente que emsã consciência ninguém faria e/ou tentaria fazer isso seja lá ou em que lugarfosse no mundo.

Analisandoo cenário acima e atribuindo “asas” à imaginação se pode dizer que de nadaadianta ter as ferramentas gerenciais apropriadas, uma tecnologia de ponta eoutros recursos SE o uso e/ou o emprego disso não fosse e/ou não viesse ser oadequado.

Usar “macaquinho” para trocar pneu de “fora-de-estrada”?

Nasorganizações, ao que tudo indica o que mais ocorre é algo nesse sentido. Asgrandes questões (grandeza no sentido figurado) certamente seriam mais bem erapidamente resolvidas se quem estiver na Alta Direção de fato fossem osprimeiros a querer resultados (positivos) SOBRE o problema sob judice. O problema é que não fazem isso. A desculpa de que“pagam” pessoas para resolver seus problemas tende a fazer ninguém resolver nada,mesmo que procurem as soluções.

Os“macaquinhos”, por mais qualificados sejam realmente são contratados pararesolver problemas da organização, mas a estrutura de uma organização não éformada somente por uma etapa e/ou uma fase.

Por mais simples seja umaorganização, esta envolve várias etapas, setores,departamentos, repartições, etc., onde cada cliente interno depende do outro eé nessa “dependência” que a “porca torce o rabo”, pois cada gestor,coordenador, chefe, líder, etc. ao desejar ser o melhor do que o outro acabaemperrando o andamento das coisas, e com isso os problemas se acentuam ao invés de serem resolvidos.

Ofato de se estar pagando (maravilhosamente às vezes) alguém para resolver osproblemas da organização como um todo (figura do fora-de-estrada) pode não sera solução se os envolvidos insistirem em resolver o(s) problema(s) através douso e/ou emprego de recursos egocêntricos, ou seja, não à altura da solução quese deseja.

Porque insistir em não resolver problemas e/ou questões sem aparticipação de multiprofissionais? Ninguém é melhor do que ninguém.

Desejarser o melhor não é problema, mas insistir em ser o melhor geralmente nãoresolve as questões da organização como um todo. Esse cenário somente vai mudara partir da participação (imposição) da Alta Gerência, pois quando essadetermina (é um vício) todos executam querendo ou não apresentar a coisa certase não o facão risca no ar, infelizmente deveria ser assim. Mas não é.Infelizmente. 

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