Pode-sedizer que não é mistério para ninguém que palavras, quando ditas podem ser produtivas e/ou improdutivas à vida dealguém, serem bênçãos da mesma forma que maldição, portanto, precisam ser bempronunciadas a fim evitar danos que quando ocorrem podem destruir a pessoaà qual as palavras foram direcionadas.

Fazer obem e/ou o mau, se pode dizer que é uma opção entrelaçada à cultura doindivíduo, pois o que é “bem” para uma pessoa pode significar “mau” para outrae vice-versa. Dizem que as pessoas ignorantes e/ou desprovidas de certos tiposde conhecimento geralmente não sabem o significado das palavras, e por causadisso (desculpa?) vão destruindo a torto e a direito a vida de outras pessoas.

Defende-seque nenhuma espécie racional é obrigada e/ou possui culpa pelo saber das coisas.Culpa, sim, geralmente é pelo não querer obter conhecimento. Nesse caso a opçãoé pelo não querer, e o “não” é uma ação e no campo das Relações Humanas o nãoquerer aprender a lidar com as pessoas, o que pensam, o que fazem, etc. podeexcluir e/ou inviabilizar a realização de algum feito, entre muitos, o detratar bem o “eu” da outra pessoa.

Citarfrases destrutivas pode não ser uma boa atitude nesse momento, issoconsiderando o universo das existentes. Mas dentre as muitas, frases como "esperaro quê de você, se você é pobre e não tem onde cair morto?”; “Você não é capaz”; “Você? Se fosse outra pessoa eu até acreditaria”; ”Você não vaiconseguir”; ‘”Deixa de ser burro”,, etc.

são exemplos típicos, inclusiveouvidos até dentro do próprio lar. Há quem atribua essas frases um tipo dedesafio positivo, mas a maioria das pessoas certamente as compreende no sentidonegativo da coisa.

Dizem queantigamente quando se ia bater na face da outra pessoa, por educação tirava-seas luvas das mãos e batia-se com as luvas, mas nos dias atuais não é difícilver e ouvir pessoas “lascando” é tapa na cara do seu semelhante a torto e adireito e para quê?

“Muitas das vezes é simplesmente para demarcar terreno dotipo “eu sou”, “eu posso”, eu tenho”, eu, eu, eu, etc. e nada mais. O tapa nacara, nesse caso, referindo-se ao pronunciar desenfreado das palavras.

Acredita-seque a sociedade podia (destaque para o verbo) ser diferente se as pessoasdesprovidas de certos tipos de conhecimento comportamental fossem mais unidas,lutassem pelo mesmo objetivo; mas essas pessoas fazem é o contrário, ou seja,por relutar em ver o semelhante crescer como pessoas e muita das vezesprofissionalmente falando, ao invés ajudar o que fazem é atrapalhar e aí nem ume nem o outro cresce e não crescendo, um não cresce ninguém.

Dizer queesse tipo de comportamento é dos tempos atuais é arriscar, pois ao que tudoindica, segundo registros históricos, o ciúme e a inveja (termos de conceitosdiferentes) existem desde que o mundo é mundo. Mas será que isso realmente nãopode ser mudado? Existem perguntas que jamais poderão ser respondidas, da mesmaforma que há respostas na natureza que não dependem de argumentações.

Assim,para abreviar esse tema, as palavras quando mal pronunciadas (no sentidodiminuição) podem destruir sim. O mais impressionante nisso tudo é ter deconviver com "pobre" espiritualmentefalando, ferrando pobre. É provável, muito provável que se unsajudassem aos outros a praticar as boas coisas, tudo seria diferente, mas optampor fazer ao contrário.

Não perca a nossa página no Facebook!