Apesar de vislumbrar "uma luz no fim do túnel", a Educação no Brasil ainda tem muito a percorrer para alcançar níveis aceitáveis de desenvolvimento no setor. É um fator fundamental para o crescimento do país como nação soberana, que pretende liderar o bloco de países da América do Sul e se firmar como potência mundial. De acordo com o ranking da educação em 36 países, feito pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil ocupa o medíocre penúltimo lugar, à frente apenas do México.

Como critérios avaliados pela entidade estão o desempenho dos alunos, a média de anos que os alunos passam na escola e a porcentagem da população que está cursando ensino superior.

Já o relatório da Unesco divulgado em janeiro desse ano afirma que o Brasil conseguiu atingir as metas de "educação primária universal" e "habilidade de jovens e adultos", mas ainda precisa avançar para melhorar a qualidade do ensino e diminuir os índices de analfabetismo.

Treze milhões de brasileiros não sabem ler nem escrever, o que faz do Brasil o oitavo país com maior número de analfabetos.

O relatório, intitulado "Ensinar e aprender: atingindo a qualidade para todos", destaca que cerca de 10% do gasto na educação infantil no mundo é perdido devido às falhas no sistema de ensino. A crise global do aprendizado custa aos governos 129 bilhões de dólares por ano.

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Educação

"No estágio atual, os países simplesmente não podem reduzir o investimento em educação", ressalta o texto.

Um dos diagnósticos para amenizar esse quadro deprimente na educação do Brasil passa pela valorização dos professores. A Unesco alerta aos governos que é necessário oferecer melhores condições de trabalho, atraindo melhores candidatos, que devem receber o treinamento adequado para entender as reais necessidades de aprendizado dos alunos, receber salários dignos e um plano de carreira atrativo e justo.

Isto se apresenta apenas como um dos passos para o alcance da longínqua excelência no ensino que os brasileirinhos merecem. Mas é necessário ressaltar que a qualidade da educação também dialoga com a reestruturação do sistema educacional e, principalmente, com a otimização da aplicação dos recursos, que devem seguir os preceitos da ética, da legalidade e da eficiência.

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