Mesmo com otimismo de alguns setores: relatórios, pesquisadores, ativistas, surgiram muitos desafios contra AIDS, que ainda não acabaram. Existe alerta de perigo para as próximas décadas, cuja atenção ao caso não pode haver descuido. A primeira divulgação na TV brasileira sobre a AIDS foi em 1983, na qual foi informado ao público que pouco se sabia sobre esta doença, que seu diagnóstico era inexistente, mas a reportagem já apontava vítimas preferenciais da AIDS: homens hemofílicos, refugiados do Haiti, viciados em drogas e homossexuais.

Após três décadas depois do primeiro caso de AIDS no país em 1982, gestores, pesquisadores e ativistas, comemoram esse primeiro diagnóstico, e encaram um grande desafio de combater as próximas décadas dessa epidemia.

Muitos personagens através de suas ideias contribuíram para enfrentar o mal causado pela AIDS. George Gouveia através de sua pesquisa constatou que medicamentos antirretrovirais não eliminavam a doença da AIDS.

Dirceu Grego teve envolvimento governamental precoce na área social da academia. Desde 1982 a 1985, começou a ser divulgada a epidemia. A verdade relata muitas participações de profissionais da saúde, pesquisadores, que desenvolveram suas ideologias em combate a esse mal que já atravessou décadas de 80 a 90, de 1990 a 2001 e continua até 2011, onde a luta ao combate a este mal permanece até os dias de hoje, com intensidade de estudos, participações de técnicos da saúde, profissionais na medicina, ativistas, infectologistas, grupos de pessoas, órgãos não governamentais, aliados a uma sociedade como um todo.

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Conclui-se que esta luta no combate a AIDS precisa ser ativada intensamente com persistência, seriedade, cumplicidade e união entre todos os setores engajados ao combate dessa epidemia, cujas tentativas de cura se prolongarão através do tempo, com uma vacina que imunizará o paciente definitivamente com sucesso esperado por todos. Enquanto isso os coquetéis são aplicados aos necessitados de remédios contra esse mal.

Dessa forma espera-se que cada vez mais haja uma conscientização da sociedade em relação a sua própria proteção, com uso de preservativos, evitar compartilhamento de seringas e agulhas.

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