A cesárea em casode risco para o neném ou em caso da própria mãe é algo extraordináriodesenvolvido pela medicina e que vem ao longo dos anos salvando muitas vidas.Mas está ocorrendo que a maioria dos médicos, para ganharem em cima dooperatório, convence suas pacientes a se entregarem, sem mesmo pensarem nosriscos que podem sofrer em uma cesárea.  E isto por lei eles não poderão mais fazer, sendo que, estanorma oficial lhes exigirá várias outras responsabilidades.

A cesárea se faznecessária quando a gestante embora faça o pré-natal e tenha acompanhamentomédico quase diário, e que mesmo assim ocorrerem em seu ventre algumas anomalias,tais como, o bebê se encontrar sentado ou atravessado na hora do parto, ouainda a chamada desproporção céfalo-pélvica que ocorre quando a cabeça do nenêé maior que a dilatação da mãe, esta anormalidade só pode ser percebido emtrabalho de parto, não pode ser diagnosticado por antecipação, alguns médicosque são totalmente partidários ao parto normal insistem até o ultimo minuto etentam o parto induzido, só depois disto, se não conseguirem o intento então sim, partem para acesárea.

Agora este exageros de mulheres que dizem não quererem sentir a dor do parto natural é coisaincompreensível, pois o parto quando ocorre normalmente é muito mais saudávelpara ambos, sendo que na cesárea o nenê corre riscos e pode ser aumentado em120 vezes o problema de crescer com problemas respiratórios e ainda três vezes orisco de morte para a mãe.

Outra medidaoficializada pelo Governo é a obrigatoriedade das operadoras fazerem o cartãode gestante, ao qual deverá constar neste documento todo o acompanhamento dopré-natal. Isto pode ser uma garantia para os médicos, ou não! Eles terão queprovar que seguiram a risca o recomendado, se o médico indicar o parto, eleterá que esclarecer neste cartão todos os motivos técnicos e qual ajustificativa usada para isto. Os médicos terão que preencher ainda umpartograma, ou seja preencher um registro gráfico de fatos acontecidos duranteo parto.

Conforme oMinistério da Saúde, eles já algum tempo estão alertando para este alto índice departos cesarianos como também os altos índices de mortalidade materna einfantil, e que são registrados inclusive em países desenvolvidos.

Conforme ainda oMinistério da Saúde, hoje o percentual de cesárea na saúde suplementar é de 84%ou seja 08 entre 10 mulheres atendidas pelos planos, recorrem ao partocirúrgico, já na rede pública o índice é muito mais baixo apenas 40%.

Este índice emredes públicas me leva a deixar aqui uma pergunta. Será que alguns médicos queprestam serviços na rede pública não se interessam em induzirem mais cesáreasporque acham que o valor pago não compensa seu trabalho?

Siga a página Política
Seguir
Não perca a nossa página no Facebook!