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Julgamento da ação sobre o financiamento de campanha tipo privado é um dos grandes temas quentes no Brasil. Representantes defendem maior liberdade aos investimentos, que por sinal aquecem o mercado da comunicação de modo considerável na época das eleições.

Por outro lado, críticos da abertura privada ao financiamento de campanha indicam que se não houver intervenção pública aumentará a corrupção e o número de políticos milionários no poder, principalmente nos cargos de governadores ou deputados.

Financiamento de campanha e pressão social

Neste cenário do financiamento de campanha o ministro Gilmar Mendes recebeu pressão de grupo pequeno, mas que fez um barulho e tanto, ao ponto de ganhar destaque nos principais portais de notícias políticas brasileiras, no dia 1 de abril.

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O grupo crítico composto de 40 pessoas exigiu agilidade na análise do modelo atual referente ao financiamento de campanha, que, segundo a CUT (Central Única dos Trabalhadores), favorece de modo direto aos atos corruptos em detrimento do espírito democrático.

No processo político, os representantes dos trabalhadores pressionam o ministro para ocorrer de forma rápida a devolução da ação ao Supremo. Afinal, apenas desta forma é possível prosseguir com as votações.

O protesto ocorreu na Praça dos Três Poderes. Os manifestantes se demonstraram indignados, afinal, faz mais de 1 ano que a ação sobre o financiamento de campanha foi solicitada por Gilmar Mendes para as vistas, e, até agora, nada!

Em pensar que o STF vai ficar de portas fechadas por causa do feriado de semana santa, com certeza Mendes deve demorar mais um pouco na análise.

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Vergonha nacional: financiamento de campanha

Manifestantes disseram que modelo atual favorece a corrupção, isto porque os empreendimentos solicitam empréstimos (e não doações) pagos via meios ilícitos. Trabalhadores presentes nos protestos se posicionaram ao favor do financiamento público contra o privado.

Detalhe, curiosamente, o travamento do processo sobre financiamento de campanha tipo privado ocorreu quando começaram as investigações na Operação Lava Jato.