Foi anunciada a libertação de 160 reféns do grupo terrorista Boko Haram entre os quais há mulheres e crianças que eram utilizadas como "escudos humanos" durante as ações terroristas desenvolvidas por eles contra operações do exército nigeriano.

Sucedem-se as demonstrações que apenas confirmam que estes grupos precisam ser banidos e que o que falta, na realidade, é a vontade política para que esta atitude seja tomada.

Desmantelar apenas uma célula, ainda que seja uma notícia auspiciosa, somente adia a espera por uma nova ação, de um dos grupos terroristas mais ativos na atualidade, no continente africano.

Suni Usman, o porta-voz militar do grupo nigeriano assinala que a ação foi coroada com sucesso e comemora a recuperação das vítimas, o que não é suficiente para apagar as ações do grupo terrorista na região.

Duas mortes e oito feridos foram considerados um preço barato a pagar pela liberação de pessoas que já estavam condenadas à morte, que acontecia quando eram escolhidas como uma linha de defesa humana.

Aos poucos a força do grupo vai sendo quebrada, mas é possível observar que não houve bloqueio na internet para atividades de recrutamento de jovens e adultos, de pessoas que se unem para dar maior força aos terroristas.

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Polícia

No meio deste panorama a UNICEF relata que este grupo terrorista pode colocar em risco a vida de 800 mil crianças que vivem em situação de risco. Desde o início dos conflitos e da atuação deste grupo terrorista, mais de 1,5 milhão de pessoas foram obrigadas a abandonar seus lares. O documento que foi intitulado "infâncias perdidas" traz relatos das pessoas salvas e mostra uma situação degradante.

Assim, a procura por núcleos "jihadistas" aperta o cerco visando desestabilizar o grupo, mas sua sobrevivência traz a imagem de uma hidra, o fantástico animal, que permanece viva enquanto um novo Hércules não surge para sua destruição. Estas pessoas raptadas são utilizadas como cozinheiros, combatentes e olheiros para os terroristas, quando não para atividades piores. O casamento forçado é outra barbaridade cometida em nome do Corão.

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