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As Eleições locais e legislativas mexicanas tiveram início em meio a protestos de professores e outros elementos de grupos radicais. Votos são queimados, urnas são destruídas e eleições podem ser canceladas em alguns lugares.

Tropas do exército mexicano estão sendo enviadas, compostas de fuzileiros navais e de policiais federais para conter os ânimos exaltados. O domingo mexicano foi movimentado.

O envio de tropas acontece para garantir a todos os mexicanos o acesso às urnas e de forma pacífica. O epicentro dos protestos, onde foi maior a violência parece ter sido os estados do Sul e principalmente a cidade de Oaxaca, onde os protestos foram mais intensos.

Por lá os candidatos devem se cuidar.

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Até agora já foram mortos três concorrentes ao pleito e um aspirante. Uma dúzia ou mais trabalhadores, ativistas de campanha, também foram abatidos.

Analistas políticos consideram que as manifestações atuais diferem das que aconteceram em 2010 - 2012, quando a violência foi proveniente dos cartéis de drogas. O elevado volume de participantes de movimentos radicais é maior em número o que pode fazer com que as consequências venham a ser mais graves.

Em Chiapas, praticamente todos os escritórios de partidos políticos foram destruídos e além disso saqueados em computadores, móveis e documentos muitos dos quais foram queimados nas vias públicas. Em Guerrero explosivos foram lançados na sede do Partido de Ação Nacional.

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Os especialistas consideram as exigências dos professores descabidas e as reações são violentas como há muito tempo não se observava no México, desde a revolução Zapatista. O crime organizado envolvido e culpado nas eleições anteriores, observa satisfeito a evolução dos acontecimentos. Os negócios florescem em meio às escaramuças e mais negócios são fechados, pela falta de vigilância. Policiais, exército e tropas de choque estão envolvidas.

As eleições não serão canceladas e as autoridades eleitorais pretendem seguir com o processo, mas esperam conseguir evitar a militarização das eleições. Resta esperar novos comunicados com a esperança que os conflitos diminuam.