Keiko Ota que é Deputada Federal pelo PSB de São Paulo passa por saia justa ao tentar justificar Violência contra a mulher. De acordo com a Deputada se homem e mulher querem ter a mesma função no casamento, isso vai gerar brigas ou morte.

Vice-Presidente da 'Comissão Mista de Combate à Violência Contra a Mulher', Ota teria afirmado que o fato de homens agredirem mulheres é um instinto natural. A Deputada teria dado essa declaração enquanto conversava com a relatora da comissão Luizianne Lins, que é Deputada pelo PT-CE, e com a reportagem do site Brasil Post.

Conforme a matéria exibida no Portal, Keiko relatou estar lendo um livro que fala sobre as diferenças que existem entre os dois sexos. "Se ambos tentam exercer a mesma função não vai dar certo. Vai ter brigas e isso pode até levar a morte". Explicou a parlamentar. Ainda de acordo com ela "A mulher tem suas características mais suaves, envolvente, ela é arredondada. É só prestar atenção nos seios, no quadril".

A Deputada Federal continuou dando explicações sobre o livro que estava lendo e piorando a saia justa.

"Já o homem é o oposto. Todo rígido, pura força e razão, entendeu? Quando se juntam e a mulher quer fazer o mesmo papel que ele gera o conflito". Sem entender muito bem o que a Deputada queria dizer com todo aquele discurso, Luizianne a questionou sobre qual papel ela estaria falando. "Tem mulheres que falam demais, levantam a voz.

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Homem não gosta de mulheres assim, é da natureza deles". Irritada, a Deputada petista tornou a interromper Keiko.

"Não acho que a gente deve baixar a voz para não apanhar". Disparou a petista Luizianne Lins.

Encerrando a conversa a Deputada Keiko Ota emendou: "Se não der certo cada um que tome seu rumo, não precisa matar. Mas se sair com raiva e ódio, com certeza vai voltar e matar". Concluiu, mas não quis dizer o título do livro que estava lendo.

Eleita pelo segundo mandato consecutivo, a Deputada Federal por São Paulo (2010 e 2014), Keiko Ota é casada com o Vereador Masataka Ota. Sua candidatura teve como intuito aprovar a lei que amplia a pena para 100 anos em casos de crimes hediondos. A Deputada também é a favor da redução da maioridade penal para 16 anos.

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