Na tarde da última segunda-feira (27/07), a Presidente Dilma Rousseff finalmente encontrou um culpado para a crise econômica que afeta o Brasil. De acordo com o Jornal O Globo, a Presidente da República culpou a Operação Lava-Jato pelo desempenho ruim da economia brasileira. Ainda para Dilma a queda no PIB, por conta da Lava-Jato, já é de mais de 1%.

A reunião com os ministros foi em Brasília/DF e contou com a presença do vice-presidente Michel Temer.

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Dilma teria comentado o desgosto com a operação da Polícia Federal após a explicação do Ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, sobre o futuro econômico perigoso que o Brasil vive. De acordo com o ministro as perspectivas são sombrias para os próximos anos no país.

A presidente não explicou como chegou ao 1%, mas afirmou categoricamente que a Lava-Jato está contribuindo para a recessão no Brasil.

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Logo após afirmar isso emendou que existe uma necessidade latente de que os projetos encaminhados ao Congresso Nacional sejam aprovados com urgência e que é necessário muito apoio da base aliada nesse momento difícil.

A reunião teria sido convocada pela própria presidente Dilma que queria cobrar pessoalmente dos ministros indicados (12 no total) por seus aliados políticos. Ela teria sido firme e mandou que seus parlamentares votem a favor do Governo.

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A preocupação da presidente nem é em relação as votações de cunho social, mas sim econômico. Para Dilma Rousseff existe um racha político que não se justifica e ela se mostrou irritada e insatisfeita com a infidelidade de sua base aliada no Congresso.

Os ministros convocados formam um grupo forte e para a presidente devem fidelizar os parlamentares parceiros e tentar minimizar ao máximo os contrários e dissidentes.

Há uma insatisfação por parte do PT que nos 13 anos de governo tem mantido próximo a base aliada e oferecido bons cargos para os mais influentes.

Ainda de acordo com o Jornal O Globo, uma fonte do governo teria informado que a reunião foi dura e serviu para passar o recado de que as bancadas devem estar unidas nesse momento difícil para a Presidente Dilma. Com a popularidade em baixa, uma derrota no Congresso Nacional poderia encaminhar o mandato da presidente para o precipício.

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A mesma fonte do governo ainda informou para a reportagem do Jornal O Globo que o Palácio do Planalto teria feito um levantamento e descoberto que os partidos mais infiéis são o PP no Senado e o PRB no Senado e na Câmara. O PMDB, partido do vice Michel Temer, foi infiel em mais de 50% das votações ocorridas no Senado Federal.

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