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No último domingo, 16 e nessa quinta-feira, 20, milhares de brasileiros foram às ruas, seja contra ou a favor do governo da presidente da república Dilma Rousseff. Os protestos podem até terem tamanhos diferentes e também um objetivo principal que se diverge. No entanto, em ambas as manifestações foi possível ouvir gritos de ordem contra o maior canal de Televisão do país, a Rede Globo de Televisão. "O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo" é um mantra presente nas vozes e também em cartazes e faixas. Caixões com o logo do canal também deram a máxima dos protestos.

O curioso é que a Globo, das emissoras de televisão aberta, foi o único canal a dar grande espaço para os dois protestos. No domingo, flashes durante todo o dia invadiram os programas da emissora da família Marinho.

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Neste dia, Record, RedeTV!, Band e SBT também fizeram alterações em sua programação por conta dos atos que pediram o impeachment de Dilma. Nesta quinta-feira, entretanto, os demais canais preferiram dar este espaço apenas aos telejornais. 

É aqui que começa a confusão. Os contra o governo dizem que foi espaço demais para protesto de menos nesta quinta. Organizados pela Central Única dos Trabalhadores, a CUT, e outras centrais sindicais, manifestantes se reuniram nas principais capitais do Brasil. No Rio de Janeiro, por exemplo, o espaço escolhido foi a Cinelândia, no centro da cidade, local que já sediou protestos marcantes, como o das 'Diretas Já'. O tweet abaixo mostra claramente essa rivalidade.

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Uma imagem supostamente da Globo mostraria de longe um pequeno grupo de manifestantes.

Tags com "Globo Golpista" foram usadas e compartilhadas milhares de vezes ao longo do dia. Nos protestos desta quinta, a hashtag #brasildademocracia também ficou entre os assuntos mais comentados do Twitter. A foto que acompanha esta matéria, por exemplo, foi favoritada muitas vezes. 

Até o Supremo Tribunal Federal, o STF, foi lembrado.

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Homens e mulheres usando "uniformes" da CUT pediram que o tribunal também investigasse a Rede Globo.