A presidente Dilma Rouseff, autorizou o corte de 10 de seus 39 ministérios até o mês de setembro. A presidente também autorizou a redução do número de secretarias e cargos comissionados da União, segundo o pronunciamento do ministro do planejamento Nelson Barbosa.

Dilma estava resistente quanto aos cortes, mas com a sua base aliada se desfazendo e dificultando a aprovação de projetos de interesse do Palácio do Planalto ela se via numa situação de conflito dentro do Congresso e teve que ceder.

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A presidente durante a sua campanha presidencial criticou todos os outros candidatos que defendiam essa redução de ministérios e chegou a afirmar que todos possuíam "uma imensa cegueira tecnocrática".

Segundo matéria publicada no site de notícias UOL, o ministro Gilberto Kassab, afirmou que a presidente entendeu que é o momento para fazer a reforma administrativa, justamente quando estão encerrando as votações do ajuste fiscal.

Essa reforma administrativa vai melhorar a gestão da máquina pública, afirmou o ministro Nelson Barbosa. Essa reestruturação trará não só os cortes na Esplanada, mas também reduzirá o número de secretarias e cargos comissionados que atualmente são quase 22 mil.

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Além disso, a redução de custos como contas de luz, água, passagens aéreas e o aperfeiçoamento da gestão do patrimônio da União também estão entre os objetivos do Governo.

Segundo Barbosa, até setembro o governo apresentará a reforma. O corte de dez ministérios é a meta. Ele ainda garantiu que os cortes não trarão prejuízos aos investimentos dos programas sociais.

Segundo a Folha, ainda não há um mapeamento das pastas que serão cortadas, o estudo ainda está em andamento e engloba também a possível fusão de secretarias e ministérios. A possibilidade da união dos ministérios da Previdência Social e do Trabalho criaria um ministério dono de um orçamento de mais de R$ 500 bilhões, considerando as previsões de 2015.

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Governo Política

Quanto ao vice-presidente Michel Temer, o ministro Barbosa fez diversos elogios ao seu desempenho no governo. O vice decidiu sair da articulação de cargos e emendas, devido à pressão do PMDB em relação a acordos não cumpridos referentes a distribuição de cargos e emendas para partidos aliados.

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