O jornal francês Courrier International falou, neste sábado (22), sobre o juiz federal Sérgio Moro, especialista dos assuntos envolvendo corrupção e encarregado do caso Petrobras, utilizando uma citação divulgada pela Carta Capital, que coloca Moro como uma forma de herói para os brasileiros.

Abordando a manifestação do último domingo (16) contra o Governo da presidente Dilma Rousseff, destacou o uso das t-shirts com a imagem do juiz e também os diversos cartazes que o agradeciam pelo trabalho.

A referida citação, publicada pela Carta Capital, provém de um dos registros feitos durante a manifestação: Um senhor, vestido de verde e amarelo, erguendo com ambas as mãos um cartaz que dizia “Sergio Moro, exterminador de corruPTos”. Claramente fazendo alusão ao partido da presidente, o PT.

Debruçando-se sobre os últimos anos de trabalho do juiz federal, o qual tem 43 anos, 10 dedicados a perseguição aos autores da corrupção e da lavagem de dinheiro, o Courrier aponta o caso da Petrobras, vindo à mídia em 2014, como sendo o que revelou Sérgio Moro ao grande público, já que esse quebrou a corrupção dentro da estatal petrolífera.

Não somente o Courrier Internacional, como bem mostra ele ao elencar impressões de outros grandes jornais, mas potências estão de olho no Brasil, ex-sede da Copa do Mundo 2014, na Petrobras, uma das maiores petrolíferas de capital aberto do mundo, e, é claro, nos feitos de Sérgio Moro:

"Idolatrado por muitos como uma espécie de vingador implacável, [ele] não olha fortuna ou compromissos políticos quando é necessário enviar suspeitos a barra do tribunal", relata o jornal Português Econômico.

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Curiosidades Governo

"Sérgio Moro se tornou um ícone para os brasileiros que se sentem impotentes contra a guerra contra a corrupção, que parece perdida com antecedência", diz a edição brasileira do jornal El País.

Sérgio Moro não vacila quando se trata de denunciar e enviar ao tribunal pessoas influentes, consideradas intocáveis, e isso é o que apela para os brasileiros, segundo a edição nacional do El País. De acordo com o Courrier, o juiz, que também é professor universitário na cidade onde ele trabalha, em Curitiba (Sul do Brasil), aparece como o homem providencial que, apoiado pelo sistema legal, "está reescrevendo a história."

 

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