Nesta quinta feira (24) o secretário geral da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), Jess Stoltenberg, convocou a Rússia a participar da guerra contra o terrorismo do grupo extremista Estado Islâmico.

Recentemente, o Pentágono norte-americanoanunciou estar pronto para combater o grupo xiita da El.Tal declaração foi reconhecida e pretende ser usada pela OTAN, como uma das últimas chances de combater a expansão da organização terrorista.

A Rússia tem enviado, armamento bélico para a Síria, ajudando no combate contra o estado Islamico, porém, deixar o ditador Bashar-al-Assad ter acesso ao mais variado arsenal de armas, não foi uma ideia bem aceita pelos padrões internacionais.

Stoltenberg, também salientou a união política de Moscou com o ditador, e advertiu que nada deve ser feito para fortalecer, o já abastecido arsenal que a Síria tem dentro do próprio país.

E por isso, as duas potências que foram inimigas na guerra fria começaram a ter contato, através de Washington e Moscou, já que o secretário geral da Aliança demonstrou crescente preocupação com as relações entre sírios e russos. "Também há um risco de que estas forças (russas) sejam utilizadas para apoiar o regime de Assad", disse o secretário, "apoiar o regime de Assad não é uma contribuição construtiva para lutar contra o Estado Islâmico (EI) ou encontrar uma solução política ao conflito", completou.

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Curiosidades

As potências ocidentais insistiram que, não há futuro para al-Assad na Síria, porém ocorreram mudanças em sua política de governo que indicaram uma postura diferenciada. Apesar da opinião dos outros países, a chanceler alemã, Angela Merkel, estimou nesta quarta feira (23) que não há resolução plausível para o problema sírio que não envolva Assad. E aparentemente, não será possível resolver esse problema através do diálogo, enquanto o ditador continuar tendo acesso ao poder bélico enviado pela ex União Soviética.

"Encorajo a Rússia a ter um papel construtivo e cooperar na luta contra o EI e não apoiar o regime de Assad, já que este regime é parte do problema", foi a mensagem de Stoltenberg.

O secretário de Estado americano, John Kerry, disse no sábado (19) que Assad deve ser forçado á abandonar o poder, mas sua renúncia pode ocorrer mais adiante e, primeiramente deve ser lançada uma negociação para colocar fim ao conflito no qual morreram até agora 225 mil pessoas.

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