Os funcionários dos Correios de Brasília, decidiram, dia 21 de setembro, em assembleia realizada, em frente ao ministério das Comunicações, suspender o movimento grevista que já durava cerca de 15 dias na capital federal. Os servidores decidiram acatar a proposta feita pelo Governo, que foi mediada pelo Superior Tribunal do Trabalho, em Brasília.

A negociação com a categoria teve início, aproximadamente há dois meses, quando o TST, decidiu realizar a mediação do conflito.

Na ocasião, o governo ofereceu para a categoria, o valor de R$ 150,00 como gratificação a ser incorporada aos vencimentos a partir de agosto e mais R$ 50,00 como adicional de gratificação a ser paga no mês de janeiro de 2016. Foram incluídos no termo do acordo o reajuste de 9,5% nos benefícios de auxílio-alimentação, auxílio creche e auxílio para dependentes especiais. Outro ponto que faz parte da pauta do movimento grevista seria a questão do plano de saúde.

A empresa assumiu o compromisso com os funcionários de criar uma comissão especial para se analisar a questão.

Embora as gratificações não sejam incorporadas ao salário, os funcionários consideraram o fato de que os pontos negociados com o governo e aceitos, levaram a um aumento de cerca de 15% nos ganhos funcionais. Inicialmente, a proposta chegou a não ser aceita pela categoria.

A avaliação do movimento grevista a nível nacional, relata que ainda há sindicatos que não concordaram com a proposta e continuam em greve.

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Governo Política

De acordo com a CUT de Brasília, 16 entidades sindicais acataram a proposta do governo e outras 15 ainda continuam paralisadas.

Nos estados que não voltaram ao trabalho, estão sendo realizados mutirões de trabalho, com a realização de horas extras e de realocação de funcionários para outros setores, no intuito de não deixar certos setores importantes paralisados.

Mesmo apesar da greve, os setores de Sedex e de do Banco Postal, continuam a funcionar normalmente.

De acordo com dados fornecido pelo próprio correio, cerca de 89,88% do total de funcionários não aderiram ao movimento grevista. Isto corresponde a 107.224 empregados, segundo o que foi apurado pela frequência eletrônica da empresa.

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