Amanhã (13) será um dia decisivo para o Palácio do Planalto, pois é o prazo limite para que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB/RJ), acate ou não o pedido de impeachment que foi protocolado por Hélio Bicudo, um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT).

No último sábado (10) a Presidente Dilma Rousseff esteve reunida com ministros, em uma audiência de emergência, para debater pontos importantes do pedido que visa tirar Dilma do poder.

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Os políticos mais próximos da Presidente da República nesse momento conturbado do mandato dela são: Jaques Wagner, Ricardo Berzoini, José Eduardo Cardozo e o assessor Giles Azevedo.

Se o Deputado Federal Eduardo Cunha der entrada no pedido de impeachment, o PT prepara uma ofensiva na sessão da Câmara para reagir e derrubar a decisão de Cunha. Os ministros, durante a reunião, avaliaram que a oposição fez um acordo com Cunha para tentar salvar o mandato do Deputado, acusado de ter dinheiro em contas na Suiça, caso ele dê um parecer favorável ao processo de cassação do mandato de Dilma.

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Sinuca de Bico

Eduardo Cunha está acuado, porém o deputado pode incendiar a Política nacional. Com a descoberta de contas secretas na Suiça, o então deputado "perdeu a legitimidade", segundo apoiadores de Dilma, para conduzir o processo de impeachment, mas ainda assim está conseguindo se manter na presidência da Câmara dos Deputados.

Acatando o pedido de impeachment, Eduardo Cunha terá apoio dos oposicionistas do Governo de Dilma. Declinando o pedido, Cunha será atacado por todos os lados, já que vem firmando posição de opositor ao PT e ao atual governo desde o início de 2015.

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Governo Política

Contas Rejeitadas

O pedido de impeachment contra a Presidente Dilma Rousseff tomou forma quando o TCU (Tribunal de Contas da União) rejeitou as contas de 2014 do governo. Para os ministros do tribunal, Dilma gastou demais e não teria cumprido a constituição do Brasil. Dessa forma, a presidente poderia ter as contas negadas como um agravante no processo de impeachment.

O episódio, que ficou conhecido como "Pedaladas Fiscais", pode complicar a vida de Dilma.

A decisão do TCU é inédita na história política moderna do Brasil e todos os ministros votaram afirmando que o Governo Federal emitiu créditos sem aprovação e maquiou as contas para que fechassem positivas.

Outras Notícias

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O presidente da Câmara disse: "não caio antes dela" e esquentou o clima em Brasília/DF.

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