A presidente Dilma Rousseff está em Paris participando da cúpula do clima (COP 21) e disse em seu discurso de hoje (30), que foi uma irresponsabilidade que levou ao rompimento da barragem em Mariana (Minas Gerais) e causou sérias consequências ao Rio Doce. De acordo com Dilma o governo está tomando as devidas providências e punindo os responsáveis pelo desastre ambiental, criando medidas de prevenção para que não ocorram novas tragédias.

O estrago foi grande, a barragem que estourou (Fundão) causou consequências e danos ao meio ambiente, a lama com resíduos tóxicos destruiu a cidade de Bento Rodrigues, pessoas morreram e perderam os seus bens. A lama barrenta matou o Rio Doce e milhares de peixes, tornando a água imprópria para o consumo.

Pescadores do local perderam o seu sustento e as tartarugas estão ameaçadas em seu habitat natural, com a lama correm o risco de morrer e perder os ovos, podendo chegar à extinção da espécie.

A lama atingiu o mar do Espírito Santo, mudou a cor da água e continua avançando no litoral, causando desequilíbrio ao meio ambiente e prejuízos à população.

A presidente em seu discurso foi favorável para que os países realizem um acordo "legalmente vinculante", pois precisa cumprir o que for definido na conferência do clima e o objetivo do evento é encontrar saídas para os agravantes do aumento da temperatura na terra.

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Política

De acordo com as palavras de Dilma na COP 21,somente trabalhando em união é que os países conseguirão estabelecer soluções para a questão da temperatura no planeta e que não ultrapasse os 2º C.

A grande preocupação da ONU é sobre a redução dos gases poluentes que são lançados na atmosfera.Dilma Rousseff definiu que o Brasil até 2030 terá o objetivo de diminuir o fator do carbono em até 43% e não permitirá que o desmatamento ilegal da Amazônia continue sendo um grande desafio para o governo.

Cabe ao governo do Brasil cobrar para que as indenizações às vítimas da tragédia em Mariana sejam ressarcidas e que a Samarco crie condições para recuperar o Rio Doce através de ações mais eficazes, contratando cientistas para ajudar nas soluções, fazendo convênios com outros países que possuam melhores equipamentos e realizando o que for necessário para corrigir o erro que cometeram. Sanar o problema que causaram e dar alento às famílias é o mínimo que pode ser feito.

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