Dilma Rousseff teve um dos piores dias de sua vida neste mês de dezembro, mais precisamente nesta quarta-feira, dia 2, quando Eduardo Cunha resolveu aceitar um dos pedidos de impeachment contra a presidente do Brasil. Assim que o presidente da Câmara disse "sim" para a solicitação, o assunto tomou conta das redes sociais e Dilma não poderia ficar calada diante das acusações.

Dilma imediatamente ordenou que seus assessores providenciassem tudo, porque ela iria fazer um pronunciamento e desabafou: "Todos sabem que não sou ladra."

E foi a própria presidente quem escreveu seu discurso meio que improvisado, contando apenas com a ajuda de alguns ministros e logo o pronunciamento estava pronto.

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Antes de fala,r ela ligou para o vice-presidente, Michel Temer, e informou a ele que não ia mais ser chantageada, se referindo ao fato de que Eduardo Cunha havia dito que se os 3 integrantes do PT que estão no Conselho de Ética votassem contra sua cassação, ele não aceitaria o pedido de impeachment contra Dilma.

Só que os petistas avisaram que não iriam ficar do lado do deputado, ele logo cumpriu sua promessa e resolveu dar início ao processo para tirar a presidente do poder.

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"Eu não sou ladra!", garante Dilma Rousseff

O pronunciamento de Dilma foi claro e já serviu como defesa. Ela não só quis mostrar que não tem nada a esconder, como também aproveitou para cutucar o adversário que vem sendo alvo de investigações.

Luiz Inácio Lula da Silva chegou a telefonar para Dilma, antes mesmo dela se pronunciar publicamente, para prestar total solidariedade e apoio neste momento. 

Michel Temer ficou sabendo do próprio Eduardo Cunha sobre o Impeachment de Dilma Rousseff e recebeu a notícia com certa apatia, não demonstrando nenhuma reação, parecendo que estava mais interessado em assumir logo a presidência do país.

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O vice-presidente sabe que no caso dele assumir a direção do país vai enfrentar muitas dificuldades, cobrança e o mercado ficará ainda mais agitado e desconfiado, por isto ele está preferindo optar pelo "recolhimento" e evitar qualquer tipo de ligação, seja com o PT ou até mesmo com o PMDB.

Dilma agora prepara outros discursos, novos pronunciamentos e até mesmo sua defesa para que não haja mais surpresas desagradáveis e a ordem agora é se preparar para o pior.

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