Mais um dia se passou e a situação delicada entre Brasil e Israel prosseguiu. O Governo israelense já pressionou o governo brasileiro, mas nada de Dilma Rousseff ceder e conferir o "agrément" à Dani Dayan, embaixador de Israel indicado para atuar no Brasil.

A atitude, um tanto deselegante do ponto de vista diplomático, tem haver com dois pontos que fazem algum sentido para o governo petista, apesar de não serem relevantes para a comunidade internacional.

Ainda pode existir um terceiro motivo: uma 'vingança' brasileira devido no ano passado, quando Israel se defendia dos bombardeios do Hamas, o Brasil ter proferido uma opinião infeliz condenando a defesa violenta de Israel, ocasião em que o país governado por Dilma acabou ouvindo uma verdade através da frase que afirmava que o Brasil 'é um anão diplomático'.

Ricardo Berkiensztat, presidente executivo da 'Federação Israelita do Estado de São Paulo', disse que mesmo com diversos países afrontando explicitamente os direitos humanos, nunca o Brasil recusou um embaixador deles e não entende o motivo dessa postura apenas com Israel, que é um país democrático.

Caso Dilma continue com a 'pirraça' diplomática, a vice chanceler de Israel, Tzipi Hotovely, informou que o país pretende fazer um lobby para conseguir a aprovação de Dani Dayan, onde chamaria a comunidade judaica brasileira, pessoas de 'confiança' de Dilma e apelos do primeiro ministro israelense, Benjamin Netanyahu, para conseguir o direito de Dani trabalhar no Brasil representando Israel.

Se os países romperem relações por conta disso, ou simplesmente continuarem em atrito, ambos serão prejudicados, pois o Brasil precisa da tecnologia de Israel e Israel compra armamentos do Brasil.

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