O Impeachment ainda não foi votado e seu rito está momentaneamente suspenso, mas o possível futuro Presidente da República, Michel Temer (PMDB) já monta seu governo. Os nomes já são cogitados e muitos deles são velhos conhecidos dos brasileiros e ocuparam cargos do alto escalão dos governos Lula (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Atualmente, o processo está em fase de articulações políticas para tentar viabilizar o impedimento da atual presidente, Dilma Rousseff (PT).

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O carro-chefe do possível novo governo será o Ministério da Fazenda, que atualmente é ocupado pelo economista Joaquim Levy. O homem forte do governo Temer será o ex-presidente do Banco Central, na gestão Lula, Henrique Meirelles. Seu nome já vem sendo especulado desde o início do atual mandato de Dilma Rousseff, quando a economia começou a sair dos trilhos, mas devido aos antigos desentendimentos entre a atual mandatária e Meirelles, sua indicação nunca saiu do papel.

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Lula Corrupção

Já o Ministério da Justiça, outro foco de problema para os governantes devido a Operação Lava-Jato, também será ocupado por um velho conhecido dos brasileiros e que inclusive, já ocupou o mesmo cargo no Governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), entre os anos de 1995 e 1997. Nelson Jobim, que foi Ministro da Defesa entre 2007 e 2011 (gestão Lula e início da Dilma), é encarado como o nome certo para exercer um maior controle sobre a Polícia Federal, segundo interlocutores do futuro governo. Na visão deles, uma PF mais controlada evita novos 'problemas' a muitos políticos de Brasília.

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José Serra

Nome da oposição mais próximo ao atual vice-presidente Michel Temer, o senador por São Paulo, José Serra (PSDB), também ocupará um cargo de destaque na esplanada, num eventual governo do peemedebista. Longe do Ministério da Fazenda e Justiça, onde era especulado, ele deve ocupar uma cadeira de destaque, mas distante do poder central. Recentemente, o ex-governador de São Paulo declarou que "fará o possível para ajudar Temer".

A possível aproximação entre Serra e o PMDB é vista com preocupação no PSDB, pois é especulada a possibilidade do senador mudar de partido e ser candidato a presidência em 2018, pelo PMDB.

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