Após ter decidido contribuir com a Justiça pela forma de delação premiada, já no mês de novembro, em parceria com a (PRG) Procuradoria Geral da República, Nestor Cerveró, que é ex-diretor da Petrobras, criou e vem criando diversos problemas para Polícia Federal na carceragem a qual está confinado na cidade de Curitiba, capital do Paraná, de acordo com relatos obtidos junto a funcionários da referida instituição.

Os agentes penitenciários estão com uma grande quantidade de reclamações, e a que mais se destaca é que Nestor Cerveró passou a desrespeita-los e destrata-los constantemente.

Durante uma discussão que ocorreu na semana passada, o clima chegou a ficar totalmente insustentável, chegando ao ponto de Nestor Cerveró apontar o dedo no rosto de um funcionário do sistema penitenciário da sede da Polícia Federal de Curitiba.

De acordo com alguns policiais e advogados com quem os presos mantêm contato direto, eles alegaram que o motivo do comportamento inapropriado de Nestor Cerveró teria sido que o banho de sol estava com horário atrasado para começar, o que o deixou irritado. O ex-diretor da Petrobras é bastante exigente e busca ter diversas regalias, para se ter noção, ele anda pedindo para ter um frigobar dentro de sua cela.

Para piorar a situação, ele recebeu uma resposta à sua altura, o policial falou calmamente que ele não tem nada de melhor que os demais presos, ambos são criminosos e estão sujeitos as mesmas situações e que ele é como um contrabandista ou um traficante qualquer.

A atitude de Cerveró, de levantar a mão para o oficial da lei, fez com que ele e todos os demais detentos da Operação Lava Jato que estão naquela carceragem tivesse algumas regalias já conquistadas suspensas.

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Uma delas são as conversas com advogados em forma reservada e o banho de sol. As conversas agora acontecem apenas no parlatório, aquele lugar que você está acostumado a ver nos filmes hollywoodianos onde o detento e o ouvinte ficam com um vidro entre eles e conversam utilizando um telefone.