A jornalista Mirian Dutra, que ficou conhecida por ter tido um relacionamento com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) - com quem teve um filho, embora a paternidade tenha sido desmentida -, rompeu o silêncio. Em entrevista a uma revista voltada para os brasileiros que moram na Espanha, Miriam Dutra dá detalhes sobre o episódio. Segundo a publicação, em dezembro do ano passado seu contrato com a Rede Globo expirou e agora ela se sente livre para dar a versão do caso.

Miriam Dutra nunca foi ouvida, mas agora resolveu contar detalhes.

"Uma coisa é importante esclarecer", conta Mirian. "Até agora tudo o que foi publicado sobre mim foi mentira, tudo! Nem data bate, nada. Tudo mentira", revela na entrevista à revista Brazilcomz. Ela revela que foi pressionada, pelo próprio FHC, a dar uma entrevista à revista "Veja" dizendo que o pai do filho dela era um biólogo. Também desmentiu a versão que houve um teste de DNA, o qual negava a paternidade de Fernando Henrique Cardoso ao filho Tomas, hoje com 24 anos.

"O Tomas nunca teve pai. O Tomas nunca foi reconhecido. O nome dele é 'Tomas Dutra Schimidt', é o meu nome. A certidão de nascimento do Tomas está lá: 'pai em branco'."

Mirian também afirmou que tudo fez parte de um acerto feito com a revista, Fernando Henrique, e o jornalista Mário Sérgio Conti, na ocasião editor geral de "Veja".

Na entrevista, Miriam lembra que ela e FHC tiveram uma relação intensa, apesar de o ex-presidente ter sido casado com Ruth Cardoso, falecida em 2008.

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Segundo ela, FHC dizia que tinha uma relação "fraternal" com Ruth e que o ex-presidente garantia que era um "casamento de conveniência".

Os dois, segundo conta a jornalista, se conheceram no famoso restaurante Piantella, reduto de políticos em Brasília. Miriam também lembra que tentou romper o relacionamento depois, sempre impedida por Fernando Henrique. "Ele me perseguia em tudo que é lugar. Quando eu ia sozinha nos lugares, ele ia atrás", conta.

"Acho que está na hora de as pessoas saberem a verdade" encerrou Miriam, dizendo que agora quer voltar a trabalhar depois de uma experiência de 25 anos na Europa e 35 anos como repórter de Televisão.

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