A presidente Dilma Rousseff, que está visitando o Chile, disse em entrevista que não governa "só para o PT", mas para o povo do Brasil. Ela disse que não participaria da festa do PT no Rio de Janeiro, na comemoração dos seus 36 anos de existência.

Dilma viajou para o Chile nesta sexta-feira (26), em visita à presidente Michele Bachelet. Não houve nenhum notificado sobre o seu retorno ao Brasil neste sábado (27) em relação a sua participação na festa do PT.

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CLIMA NÃO MUITO FAVORÁVEL PARA A PRESIDENTE

Um clima não muito receptivo para a presidente Dilma Rousseff, de acordo com seus apoiadores que verificaram o clima no Partido dos Trabalhadores (PT) e perceberam que o mesmo não seria favorável para a chefe de estado, pois havia hostilidade.

Em depoimento a jornalistas, Dilma disse que as pessoas vivem em um país democrático e há diferenças entre governo e partidos. Segundo a presidente, há divergências dentro dos partidos, mas ela encara como normal.

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Para a presidente "partido é partido, governo é governo" e falou que o seu governo não é só para o PT, mas que precisa do apoio deles. Ela disse que governa para os 204 milhões de pessoas que moram no país.

Dilma Rousseff falou na entrevista que "partido é somente uma parte", houve a insistência dos jornalistas em saber se ela tem mágoas do PT e ela respondeu que é normal haver certas divergências, em se tratando da Política praticada pelo governo e a dos partidos aliados, mas que não tem "mágoas".

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De acordo com a presidente há momentos em que há concordância, outros em que ocorrem divergências, mas que o governo não detém a verdade, nem os partidos e para ela cada pessoa acredita em sua "verdade" e a transmite.

A informação que ela passou foi que não iria à festa de comemoração do PT, pois não chegaria a tempo, devido à lonjura entre os países, Brasil e Chile, mas que eles já estariam a par da sua decisão de não comparecer.

O PT LANÇOU O PROGRAMA NACIONAL DE EMERGÊNCIA

O PT nesta sexta-feira (26) divulgou o "Programa Nacional de Emergência", com o plano de reduzir a taxa básica de juros (Selic), e voltar com a CPMF.

Eles pretendem usar as reservas internacionais para criar uma conta, que seria utilizada nas obras que o Brasil precisa: infraestrutura, saneamento básico, energia e aumentar o valor do Bolsa-Família.

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