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Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados e réu no processo do "petrolão", por decisão do Supremo Tribunal Federal, comentou, nesta quinta-feira (31), que a oferta de cargos que o governo está propiciando para todos os políticos que votarem contra o impeachment, é um grande "feirão do petrolão". Cunha afirma que o governo está desesperado e essa tentativa de presentear deputados com cargos é a última opção de sobrevida do PT, "uma liquidação de fim de governo", completou. O presidente da Câmara sempre se mostrou contrário ao Palácio do Planalto, e ressaltou que a saída do PMDB do governo, já deveria ter ocorrido há oito meses atrás, discordando da fala do presidente do Senado, Renan Calheiros, que comentou que o PMDB se precipitou em sair do governo. 

Porto seguro

Eduardo Cunha declarou que, diante de todas as tempestades e crises políticas, o PMDB é um verdadeiro "porto seguro". Nesta terça-feira (29), foi realizada uma comemoração pelos 50 anos do partido e Cunha discursou para alguns parlamentares presentes.

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De acordo com Cunha, mesmo que o partido tenha diversas correntes diferentes, sabe se unir nos momentos cruciais. Segundo Cunha, o PMDB não irá decepcionar o Brasil, trazendo um novo futuro, se objetivando na defesa do interesse público e não faltará com a população. Cunha se mostra preocupado com a situação do país, mas disse que as instituições estão fortalecidas no combate à crise. Além de Cunha, o ex-ministro de Dilma Rousseff, Eliseu Padilha, também falou aos parlamentares exaltando o partido, dizendo que sempre que o povo chamou, o PMDB estava presente. Padilha é um dos principais articuladores políticos do partido e ressaltou, em sua fala, que em nenhum momento, o partido irá contrariar o plano institucional.

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Líder da Câmara

Leonardo Picciani, líder do PMDB na Câmara, reconheceu que há diferentes opiniões dentro do partido, porém, reconhece que essas divergências não fragilizam a legenda, mas sim, engrandecem o partido PMDB. Cunha foi embora depois de 20 minutos do início da sessão, passando a palavra para outros parlamentares.