O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pretende utilizar o novo pedido de Impeachment protocolado pela OAB, caso ocorram problemas na votação do atual pedido que circula na Câmara. Cunha disse em uma entrevista, nesta segunda-feira (28), que colocará o pedido da OAB na fila, como os outros, porém, não descarta utilizá-lo rapidamente, caso observe que o atual não tenha avanço.

Eduardo Cunha comentou também que, em nenhum momento, usará dois pedidos paralelos contra a presidente, pois isso faria com que a tramitação perdesse o foco do processo em andamento. Claudio Lamachia, presidente da OAB, protocolou, nesta segunda (28), o pedido de impeachment, sob protestos e manifestações de grupos a favor da presidente petista. O presidente da Câmara disse que o pedido da OAB será despachado no momento certo e analisado com o máximo de veemência.

Cunha ainda ressaltou que tem quinze pedidos de impeachment na fila e que os utilizará no momento apropriado, se for necessário. 

Definição

O peemedebista revelou que os trabalhos para a votação do impeachment no Plenário têm andado com grande rapidez e acredita que, em duas semanas, já terá uma definição do resultado. A presidente tem um prazo para elaborar sua defesa, que começou a contar no dia 18 de março e tem previsão para terminar na próxima segunda (04).

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Lembrando que tudo depende do andamento das sessões no plenário. O deputado Jovair Arantes, relator do processo, terá cinco sessões para mostrar um parecer e depois seguirá o processo para o plenário da Câmara, onde é necessário ter, pelo menos, 342 votos para a continuidade do processo. Depois irá para o Senado, onde será analisado toda a denúncia.

Inimigo do governo

Cunha sempre se mostrou uma pessoa contrária ao governo de Dilma Rousseff.

O peemedebista busca incessantemente afastar a presidente com os processos de impeachment que recebe. Esse processo protocolado pela OAB foi perfeito para que Cunha projetasse um "plano B" para dizimar o governo de Dilma Rousseff.

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